ELEIÇÕES 2016 - Campina Grande - Voto consciente, é voto com critério!

Posted: sexta-feira, 30 de setembro de 2016 by Emmanuel do N. Sousa in
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Próximo domingo todo o Brasil viverá mais uma eleição municipal. E ratificaremos a eleição de alguns e a re-eleição de uma série de carreiristas políticos que, bem ou mal, servem aos Poderes Executivo e Legislativo. Alguns merecedores da recondução, outros, MUITOS outros, inegavelmente, não mereciam essa oportunidade. 

Mas, infelizmente, o "fazer" política também obedece a uma máxima que presume a "essência sobre a forma", que transformou o processo eleitoral em um imenso balcão de negócio, que envolve milhares de promovedores de corrupção ativa e passiva em nossos 5.565 municípios.

Uma coisa certa de tudo isso, é que nosso Brasil não mudará de cima pra baixo; não adianta cortar a cabeça da Hidra, já que outras surgirão para substitui-la. Não é trocando de presidente que teremos um Brasil diferente mas, sim, mudando nossos conceitos na escolha da base da pirâmide política nacional; escolhendo grandes homens e mulheres para ocuparem as Prefeituras e nossos Legislativos mirins!

Independente que votemos em um novo nome, ou para a recondução de um atual detentor de mandato, tenhamos a capacidade de votar pela constatação de que sua presença no Poder Público é fundamental para o engrandecimento do nosso Município. 

Prefeito é um só mas, a Câmara Municipal da nossa cidade comporta 23 parlamentares, dos quais somos co-responsáveis por sua atuação, já que lhes credenciamos para "parlar" em nosso nome pelos quatro anos vindouros... Sejamos criteriosos; conheçamos seu passado, seu curriculum, seus projetos, sua capacidade intelectual, sua formação escolar e acadêmica, suas conquistas, sua ação parlamentar... 

Enfim, não desperdice seu voto! Vote consciente, vote em quem merece, vote para fazer Campina Grande orgulhosa do seu Gestor mas, acima de todo, dos seus vereadores!

“Se eu pudesse viver minha vida novamente...”

Posted: terça-feira, 6 de setembro de 2016 by Emmanuel do N. Sousa in
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Certa vez li um livro do Rubem Alves, de título “Se eu pudesse viver minha vida novamente...”, presente da minha esposa, que tem tudo a ver comigo, um saudosista convicto!

Mas, hipoteticamente, se eu pudesse mesmo viver minha vida novamente, ou parte dela, que fosse o ano de 1994! Aquele ano!!!

Foi lá que senti, pela primeira vez, três dos maiores sentimentos que podem preencher o âmago de um ser humano: dor, alegria e saudade.

1.: A experiência de sentir a dor pela perda de um ídolo, ainda que muito distante mas, figurava como o herói das manhãs de domingo; em uma dessas manhãs, em 1º de maio, um acidente em plena prova da Fórmula 1, morria o piloto Ayrton Senna.

2.: A expectativa renovada em mais uma Copa do Mundo foi recompensada, em 17 de julho, com a conquista de um título até então inédito pra mim, me fazendo experimentar a maior explosão de alegria já vivida no famoso tetra campeonato da Seleção Brasileira de Futebol.

3.: Já no segundo semestre, e aos dezessete anos, era difícil aceitar que naquele ano se encerrava um ciclo de mais de uma década de convivência no ambiente escolar e que, ao final daquele período, a freqüência ao Colégio Alfredo Dantas e todos os elementos que circundavam o cotidiano escolar deixaria de existir pra sempre... 

Eis que, em Dezembro, se concretizava o último encontro daquela turma de amigos, alguns alunos daquele educandário desde sempre, outros que foram incorporados ao longo da formação escolar básica e, este evento, principiou o surgimento da saudade que persiste em me acompanhar por todos os dias da minha vida, nos últimos vinte e dois anos!

Certo que a vida me apresentou a outras dores piores, outras alegrias maiores mas saudade, a saudade é única. Não dosamos qual maior, ou menor saudade, apenas sentimos indistintamente!

O peso da palavra saudade é tão grande, que não permite nem tradução para outras línguas. De certo que só sentimos saudades das coisas boas que nos aconteceram, daquilo que nos marcou, de todas as coisas, momentos e pessoas que queríamos ter, sentir e viver novamente.

Se existe uma vida após a morte, que seja eterna, mas que me transporte para o ano de 1994...

“Se eu pudesse viver minha vida novamente...”

Posted: by Emmanuel do N. Sousa in
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Certa vez li um livro do Rubem Alves, de título “Se eu pudesse viver minha vida novamente...”, presente da minha esposa, que tem tudo a ver comigo, um saudosista convicto!

Mas, hipoteticamente, se eu pudesse mesmo viver minha vida novamente, ou parte dela, que fosse o ano de 1994! Aquele ano!!!

Foi lá que senti, pela primeira vez, os três maiores sentimentos que podem preencher o âmago de um ser humano: dor, alegria e saudade.

1.: A experiência de sentir a dor pela perda de um ídolo, ainda que muito distante mas, figurava como o herói das manhãs de domingo; em uma dessas manhãs, em 1º de maio, um acidente em plena prova da Fórmula 1, morria o piloto Ayrton Senna.

2.: A expectativa renovada em mais uma Copa do Mundo foi recompensada, em 17 de julho, com a conquista de um título até então inédito pra mim, me fazendo experimentar a maior explosão de alegria já vivida no famoso tetra campeonato da Seleção Brasileira de Futebol.

3.: Já no segundo semestre, e aos dezessete anos, era difícil aceitar que naquele ano se encerrava um ciclo de mais de uma década de convivência no ambiente escolar e que, ao final daquele período, a freqüência ao Colégio Alfredo Dantas e todos os elementos que circundavam o cotidiano escolar deixaria de existir pra sempre... 

Eis que, em Dezembro, se concretizava o último encontro daquela turma de amigos, alguns alunos daquele educandário desde sempre, outros que foram incorporados ao longo da formação escolar básica e, este evento, principiou o surgimento da saudade que persiste em me acompanhar por todos os dias da minha vida, nos últimos vinte e dois anos!

Certo que a vida me apresentou a outras dores piores, outras alegrias maiores mas saudade, a saudade é única. Não dosamos qual maior, ou menor saudade, apenas sentimos indistintamente!

O peso da palavra saudade é tão grande, que não permite nem tradução para outras línguas. De certo que só sentimos saudades das coisas boas que nos aconteceram, daquilo que nos marcou, de todas as coisas, momentos e pessoas que queríamos ter, sentir e viver novamente.

Se existe uma vida após a morte, que seja eterna, mas que me transporte para o ano de 1994...

O Trágico Destino de Rebecca Schaeffer

Posted: quinta-feira, 31 de março de 2016 by Emmanuel do N. Sousa in
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Determinada noite, zapeando pelos canais de TV, em momento de indefinição sobre o quê assistir, me deparo com um dos programas do canal Investigação Discovery, o ID no Brasil, que trazia em seu título “Destino Macabro”.
 
Apesar do título tendente ao gênero Terror na classificação cinematográfica, o documentário tratava de um desses crimes com motivos banais, que abalam toda uma sociedade, principalmente porque a vítima era uma figura conhecida, uma jovem atriz, em início de carreira, e de grande empatia com o público americano.

Rebecca Schaeffer surgiu na TV aos 19 anos, co-estrelando a série do canal CBS “My Sister Sam” (exibido no Brasil pela TV Record com o título “Minha Irmã é Demais”), no ano de 1986. O perfil da personagem Patti Russel caiu no gosto popular e o sitcon se tornou um dos programas de maior audiência da emissora em seu ano de estreia, lhe rendendo mais um ano de produção.

O sucesso de Patti fez com que Rebecca se tornasse uma atriz conhecida e, como de costume, despertando o interesse de fãs que lhe rendiam cartas e mais cartas enviadas aos estúdios, que ela respondia passivamente e pessoalmente, correspondendo o carinho com atenção personalizada.

Em aposta arriscada e, consequentemente errada, a emissora CBS mudou o horário de exibição da série “My Sister Sam” para concorrer com outro grande campeão de audiência de outra emissora. O insucesso obtido com a decisão levou ao cancelamento da série.

Colecionando pequenas participações em filmes de pouca expressão de crítica, Rebecca, já no ano de 1989, consegue marcar uma importante audição com o diretor Francis Ford Coppola, para interpretar a personagem Mary Corleone (o papel ficou com Sophia Coppola), no filme “O Poderoso Chefão III”.
No dia 18 de Julho de 1989, Rebecca esperava em sua casa o roteiro da audição quando lhe tocaram a campainha. Na ânsia do aguardo, ao abrir a porta, dá de cara com Robert John Bardo, um desconhecido, que lhe dispara um tiro de revólver no coração, que lhe ceifou a vida poucas horas depois...

Visivelmente perturbado, Robert Bardo foi encontrado algum tempo depois perambulando nas ruas. 

Robert Bardo
Foi levado pela polícia onde, em depoimento, confessou o crime. As investigações relatam que Bardo desenvolveu uma paixão platônica por Rebecca desde que a viu pela primeira vez na série “My Sister Sam”.  Em sua casa encontraram várias fotos, cartas, um altar em que cultuava Rebecca Scheaffer e, ainda, foram encontradas algumas cartas ameaçadoras nunca enviadas para a atriz; que faleceu incauta, vítima de um psicopata social, sem ter tido chance de se precaver às ameaças que a fama e a exposição pública trazem às celebridades.


Apenas contextualizando, no Brasil, houve uma comoção semelhante, quando em 1992 a atriz Daniella Peres, também jovem e emergente, foi cruelmente assassinada e gerou uma expectativa nos brasileiros até ser descoberto que um dos autores do crime foi seu colega, par romântico na novela ‘De Corpo e Alma’, Guilherme de Pádua, com o auxílio da sua esposa, Paula Tomaz.

Em ambos os casos, campanhas de iniciativa popular fizeram surgir Leis mais rigorosas voltadas à prevenção de novos crimes semelhantes. Nos EUA foi aprovada uma Lei chamada “anti-espreita” que, dentre outros itens, impede que órgãos públicos forneçam dados pessoais à terceiros, já que foi dessa forma que John Bardo conseguiu o endereço de Rebecca Schaeffer. No Brasil, foram coletadas 1,3 milhão de assinaturas, com o objetivo de alterar o Código Penal, de forma a incluir o homicídio qualificado no rol dos crimes hediondos, projeto que se torneou Lei em 1994.