PARQUE DO POVO: "PAGUE" PRA ENTRAR, REZE PRA SAIR!

Posted: segunda-feira, 6 de julho de 2015 by Emmanuel do N. Sousa in
0



Ontem (05/07/2015), como dia do encerramento do enfadonho período de 30 dias de festa em Campina Grande, foi mais um dia de 'show' de banda de grande apelo de público, que sempre gera superlotação no acesso ao Parque do Povo, bem como no interior do mesmo! 

Ainda cedo, por volta das 21:30hs, em meio à enxurrada de pessoas que se perfilavam pra entrar no Parque do Povo ontem, tentávamos (eu, minha esposa e duas crianças) sair por uma das três estreitas portas da entrada/saída e me chamou atenção algo que nunca foi questionado: o fechamento da área do Parque, por questões de segurança, tendo pequenos portões para entrada e procedimentos de revista, desfavorece uma saída em massa do local!

Além da desorganização no processo de triagem, com revista e detecção de metais, faltava a figura de alguém da coordenação pra comandar e, até, otimizar aquele momento crítico de acesso ao interior do Parque!

Se houver qualquer 'desmantelo' que gere pânico coletivo, não se sai dali!! Seria uma aglomeração gigantesca em direção aos portões, com empurra-empurra e certamente várias vítimas por pisoteio! 
Sobre ontem, ficamos um tempão tentando sair, esperando uma 'brechinha' no ritmo do fluxo, onde os mesmos três portões estreitos tomados de pessoas no sentido contrário entrando, eram os mesmos destinados à saída!

Daí perguntamos, os Bombeiros botam pra lascar nas vistorias das boates e casas de recepções, e vem a questão: o Parque do Povo tem autorização com base em vistoria nesse caso que envolve grande volume de pessoas em caso de pânico generalizado?!

'Como Fazer Política no Brasil', de Nicolau Maquiavel

Posted: sexta-feira, 12 de junho de 2015 by Emmanuel do N. Sousa in
0


A ‘Política do Pão e Circo’, estimulada por Nicolau Maquiavel em sua obra ‘O Príncipe’ parece ter sido escrita com o objetivo de ‘Como Fazer Política no Brasil’! Como algo presumido há 483 anos se mantém tão atual em nossos Municípios?! É impressionante como o Brasil não sai do canto... não cresce, não se desenvolve, não se potencializa!

É por conta dessa forma banal de se administrar os recursos sociais! 

Governo ou Governante nenhum tem obrigação de prover circo para sevandijas da sociedade! É preciso que essa mesma súcia que reclama do cancelamento de vis shows artísticos repense sua condição perante questões mais interessantes ao debate público!

Estamos vivendo um dos piores anos da História do Nordeste brasileiro, mais precisamente em nosso pequeno torrão, a Paraíba: crise financeira, crise hídrica, estagnação econômica... e vem um grupo de desvalidos criticar porque o Poder Público NÃO VAI GASTAR UMA FORTUNA com supérfluo show artístico em uma festa junina?!?!

É por conta dessas mentalidades que continuamos às margens do subdesenvolvimento! São esses páreas, que representam a grande massa de eleitores, que votam mal e condicionam toda uma população a se subjugar ao despreparo e a incapacidade de políticos em gerir o erário.

Enquanto, no Brasil, tivermos políticos ao invés de GESTORES, a política do Pão e do Circo estará sempre presente mas, com uma condicionante também doutrinada na mesma lição de Maquiavel, onde ao povo se dê o pão e o circo mas, mostra-lhe com quem está o chicote! 

É esse chicote que ‘açoita o lombo’ da sociedade economicamente ativa do Brasil, do Nordeste, da Paraíba, de Campina Grande...

Fim da Banda Catedral! Porque nem tudo é para sempre!!

Posted: sábado, 23 de maio de 2015 by Emmanuel do N. Sousa in
0

A Banda Catedral anunciou ontem que está encerrando sua jornada, começada como missão cristã em 1988 e que se tornou em pouco tempo uma banda cultuada por fãs do rock nacional de forma geral, principalmente pela característica marcante; a voz de Kim, muito parecida à de Renato Russo.

Fato esse que levou, inclusive, a sofrerem perseguições de correntes religiosas, por se inserirem no circuito comercial do rock, além do Gospel!

Não estou lamentando o fim, porque sua contribuição à música e à evangelização continuarão eternos; apenas reconhecendo que exemplos como o da Banda Catedral são vitais para a juventude cristã.

Que outras continuem a surgir!

Encerrando, posto 'Chame a Deus', uma das músicas que mais cantei, canto e sempre cantarei!

O JUIZ

Posted: domingo, 15 de fevereiro de 2015 by Emmanuel do N. Sousa in
0


“O Juiz”...

Não se trata de um daqueles épicos filmes de embates jurídicos em tribunais. Não... trata-se de um roteiro muito bem escrito que versa sobre a difícil relação entre um pai e seus filhos.

A ótica nos mostra as conseqüências que nossos atos geram no futuro. O chamado ‘efeito borboleta’ quando, às vezes, pequenas coisas que fazemos ou deixamos de fazer geram reflexos danosos a longo prazo.

A obra conta com a espetacular arrogância peculiar de Robert Downey Jr. empregada ao brilhante advogado Henry Palmer. Numa daquelas peças que a vida prega, Palmer volta à sua terra natal, uma pequena e pacata cidade do interior americano, para o sepultamento da sua mãe. No entanto, seu pai, o juiz de Direito local Joseph Palmer (Robert Duvall) se envolve em um acidente automobilístico e o destino se encarrega de colocar pai e filho frente à frente em diversas situações em que as divergências pessoais precisam ser vencidas à cada cena, quando o filho toma pra si a responsabilidade de defender seu pai perante a Justiça.

Mais que um clichê cinematográfico, este filme passa aquela sensação de “deja vu”, quando começamos a comparar nossa História familiar, nossa infância, quando ponderamos as lições que um dia nos foram passadas como exemplo de educação pelos nossos pais, com o fim proposital de que tomássemos como aprendizado para que nunca nos desviássemos do dito caminho certo...

Com certeza é um filme que merece ser assistido e refletido!