Campina Grande, auge da violência urbana nos seus 150 anos!

Posted: sexta-feira, 13 de dezembro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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1974... nesse ano era instituído, como Hino Oficial de Campina Grande, a letra do professor Fernando Silveira sobre a música do maestro Antonio Guimarães. Àquela época, Campina Grande ainda respirava o rescaldo do desenvolvimento deixado pela década de 1960, porém já entrando no declínio econômico que atravessou as décadas de 80, 90, 2000... 

No entanto, o sentimento que deveria conter no Hino era algo que enchesse o peito do campinense de orgulho ao se cantar suas trovas. Assim, um dos trechos, que encerra a ode diz: "Recanto abençoado do Brasil (...) Capital do trabalho e da paz!".

2013... neste ano Campina Grande vive o auge da violência urbana! A população amedrontada vive um dilema: evitar sair de casa para se dirigir à um convivas ou recolher-se ao conforto do lar. Ora, calha o fato de ambas alternativas indicarem "exposição" às ações da bandidagem que impera em nossa ex-pacata cidade.

A ação 'em alta' no momento são os chamados arrastões em restaurantes, bares e lanchonetes. Lembrando, que ainda não entrou em desuso as invasões à residências! Em ambas as situações, há o emprego de violência e armas de fogo, não evitando disparos e mortes: BANALIDADE À VIDA.

Daí, parafraseando o amigo Diogo Almeida, duvido que hoje, Fernando Silveira incluísse esses adjetivos ao Hino da  nossa cidade.

Voltando ao dilema; sair ou não sair?! Se sair se expõe, se ficar, se dispõe... Se correr o ladrão pega, se ficar o ladrão pega também!

De quem é a culpa? NÃO SEI!

A quem eu atribuo? À evolução social brasileira que transformou os pequenos infratores blindados pelo ECA em perigosos marmanjos profissionalizados na arte do crime, entre eles 'imigrantes' de outras regiões sazonalizando suas ações em Campina Grande, que ora oferece as melhores condições para suas práticas.

Há solução? A curto e médio prazo: não! Do ECA pra cá são 20 anos. Então precisaremos mais 20 anos para retroceder a situação.

Minha sugestão?! Reduzir a maioridade penal para 13 anos e aplicar penas pesadas para os canalhas no início da vida criminosa; Sou irredutível: não há ressocialização - se nasceu pra ser bandido, não será com medidas sócio-educativas que o indivíduo será inserido no convívio dos homens de bem.

Eu, como marido e como pai, começo a pensar duas, ou até três vezes, antes de levar minha esposa e filha à um restaurante ou lanchonete em Campina Grande. Somos reféns! 

O Diabo Veste Prada

Posted: sábado, 7 de dezembro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Eu não precisaria reler “O Clube do Filme”, do diretor David Gilmour, para reconhecer que a metáfora das nossas vidas podem, e são, contadas através das produções cinematográficas.

No "a vida imita a arte", ou seu revés, incontáveis filmes, seja de diretores consagrados, ou produções da chamada “Classe B”, nos deixam mensagens explícitas, ou subliminares, que nos levam a pensar, refletir, redefinir nosso cotidiano, ou até nosso destino.

Agora mesmo, enquanto escrevo, estou revendo “O Diabo Veste Prada” (EUA, 2006), com Meryl Streep e Anne Hathaway. Um drama cômico que conta a história de uma jovem talentosa que é admitida como assistente da editora da maior revista de moda dos Estados Unidos.

Como ela mesma dizia, no início, era só mais um emprego, já que sua intenção era escrever e, não, secretariar uma pessoa de personalidade forte, influente, ingrata e extremamente arrogante.

No entanto, apesar de ser “mais um emprego”, ela admitiu que aquele era seu mundo a partir de então e, necessariamente, vestiu-se na função e fez o seu melhor. Atingiu a excelência naquilo que deveria fazer.
Qual o resultado de tudo isso? Reconhecimento e Sucesso. Qual a reação à isto? Incompreensão, Incômodo e Inveja por parte de alguns.

O sucesso incomoda! Ser bem sucedido é uma pedra no sapato daquelas pessoas que também galgam o mesmo destino ora desfrutado por qualquer vencedor!

A nova rotina, ou até, a ausência de rotina é estranha aos mais próximos, acostumados com a mesmice padrão da vida cotidiana.

No entanto, o sucesso tem seu preço. Seu mérito lhe encaminha a tomar decisões das quais você deverá seguir a tendência da linha à qual sua vida e profissão lhe guiam, ou pensar demais e, humanamente, envolver todos os parâmetros de ponto e contra-ponto, ações e reações, atos e fatos, além de querer incluir nesse arcabouço de considerações, as pessoas que se incomodariam diretamente, ou indiretamente, com o que inevitavelmente ocorreria diante de tal circunstância. 

A máxima do sucesso gera um dilema que pode representar a certeza ou a incerteza futura: olhar ou não pelo espelho retrovisor antes de seguir adiante.

Eu digo que, se isso não representar ‘pisar’ nos que estão no “andar de baixo”: não olhemos para o retrovisor!

Se fazemos nosso melhor, se alcançamos a excelência, se temos o reconhecimento e a auto-confiança, é primaz orçar a vela em favor do vento e acompanhar o ritmo na velocidade que as coisas aconteçam.

É importante não perder oportunidades em se estando apto, plenamente capaz, o indicado é olhar pra frente! 

Não é por acaso que se atinge o sucesso. São várias as etapas cumpridas e qualificações demonstradas até que se estabeleça a plenitude do ser. Quando decisões precisarem ser tomadas, que sejam em função do que nós mesmos queiramos e, nunca, considerando até que ponto nossas atitudes serão interpretadas por aqueles que se sentirão incomodados ou inconformados, marginalizados adjuntos ao comodismo ou perante a incapacidade de serem “apresentados” às oportunidades que a competência profissional lhes oferece.

Lula?! Blindem-no!

Posted: sábado, 16 de novembro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Eu assistia ao Jornal Nacional agora há pouco com a matéria sobre a prisão de alguns mensaleiros do esquema do governo PTista e - considerando o momento histórico que testemunhamos, quando pela primeira vez políticos e articuladores da corrupção ativa e passiva no nosso Brasil vão pra cadeia -, fico indignado com a blindagem que estes próprios condenados promoveram ao GRANDE LÍDER de tudo o que aconteceu: o próprio presidente, à época, Seu Lula!

"Eu não vi, eu não sabia de nada!"... POR QUÊ ESSA 'BALELA' COLOU???

Até o presidente do Banco do Brasil foi incluído no bando mas, na hierarquia administrativa, a autarquia BANCO DO BRASIL respondia diretamente à quem??? E esses articuladores do esquema atendiam às necessidades macros de QUEM???

É o nome que falta nessa lista de mal-entendedores da democracia brasileira.

Espero, ansiosamente, que esta ação federal sirva de gatilho para uma grande motivação que investigue esquemas semelhantes que operam nos outros níveis de governança nacional: Estados e Municípios, principalmente nos menores!

O Casamento Mágico

Posted: terça-feira, 5 de novembro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Nossa vida é efêmera! Infelizmente, para muitos, isso só é constatado no último lampejo de sinapse, ao fechar os olhos pela última vez. 

Quando vivemos para cumprir as determinantes científicas do "nascer, crescer, procriar e morrer" e não aproveitamos um momento sequer para, entre estes estágios, deixar uma marca contributiva da nossa passagem pelo mundo, ficamos devendo às gerações vindouras algo que seja aproveitado por elas como ensinamento. 

Os homens das cavernas - por exemplo - nos deixaram, nas incautas pinturas rupestres, lições de como se socializavam aquelas culturas, ou quais tecnologias lhe eram assistentes.

Não precisamos ser políticos, esportistas ou celebridades para deixar nosso nome escrito na História.

Basta que saiamos da zona de conforto do comodismo e do 'default', escanteemos o anonimato e tenhamos a audácia de fazer algo novo, inusitado, que quebre paradigmas, que leve a sociedade ao debate, à discussão.

Esse evento mostrado no vídeo, pra mim, representa esse "algo inusitado que quebra paradigmas".

Everlasting // Layane e André from DVD Studio Nordeste on Vimeo.

18 de Outubro: Dia do Médico (Todos, é?!?!?)

Posted: sexta-feira, 18 de outubro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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18 de Outubro... Dia do Médico, é?!

No Brasil, atualmente, existem duas especificidades para os médicos:

1.: Médicos Vocacionados;
2.: Médicos Capitalistas;

O primeiro tipo está em extinção. Poucos nascem hoje com essa característica de ser aquele que ajudará as pessoas, pesquisará curas, desenvolverá o bem estar do paciente, tendo neste o respeito como pessoa e cidadão, aquele que lhe confia sua vida.

O segundo tipo está no auge!! Centenas e centenas são "formados" todo ano nas incontáveis escolas de medicina do país. Adentram ao curso para, no futuro, lucrarem financeiramente com os altos preços cobrados em atendimentos, que a profissão lhes 'credencia' a cobrarem. Estes curtem o trabalho confortável das clínicas e consultórios particulares e sempre buscam acumular "empregos" já que seu objetivo na vida é a maximização dos seus lucros.

Aos médicos vocacionados, em sua maioria os mais experientes, muitos em idade avançada, todos os meus votos de felicitações por este dia.

Aos demais, que se encaixam no segundo tipo: MEU REPÚDIO! 

Pondo Lenha na Fogueira...

Posted: terça-feira, 2 de julho de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Entramos na última semana d’O Maior São João do Mundo e, antes que o assunto esfrie, já se faz necessário alguns comentários sobre o tal falado ‘novo layout’ do Parque do Povo.

1 - Palco Principal:
Decididamente, é a melhor localização para os shows de grande público! A grande área retangular de lateralidade bem definida proporciona uma perfeita acomodação do público com promoção de ótima visibilidade para as atrações que estejam sobre o palco de qualquer ponto do quadrilátero.

2 – Pirâmide:
Continua sendo o símbolo da festa, porém é o pior local para se assistir a uma quadrilha junina, pelo nivelamento do público com o ‘chão’ onde o grupo está se apresentando. Não tem visibilidade, nem conforto.

3 – Rua Sebastião Donato 
Esta rua significa o elo de ligação entre o “Parque do Povo Alto” com o “Parque do Povo Baixo”. Erroneamente foi tomada como parte do Parque, impedindo sua utilização como via de tráfego pelos veículos que transitam pelo local, como também dos moradores e comerciantes ali estabelecidos. Aliás, uma ação pública chegou a notificar os barraqueiros ali instalados (pela própria PMCG) para remoção do local, porém, a causa foi contornada.

4 – Zona Azul
A princípio, torci muito para que o projeto fosse aprovado e os motoristas tivessem certeza que não seriam mais extorquidos por alguns aproveitadores disfarçados de ‘guardadores de carros’ que tomavam as ruas e se apossavam do espaço público para exploração particular. Porém, as áreas de Zona Azul cobraram um alto preço pelo estacionamento nas ruas centrais com taxas que alternavam na semana entre R$ 5 e R$ 10: ABUSIVO! (Aliás, cobremos da STTP a prestação de contas dessa Receita e sua provável destinação!!!)

5 – Parque do Povo Baixo (Barracas e Pavilhões)
O formato conífero da área dita “de baixo” do Parque do Povo não contribuiu para uma harmonia na distribuição das barracas/pavilhões. O afunilamento do setor resumiu as antigas “ruas” que haviam entre elas para apenas duas vias de acesso, formando um imenso “V” ambas se encontrando em um palco móvel, que serviu de âncora para apresentações de menor densidade de público e shows de humor.

6 – Miolo do Parque do Povo Baixo 
Aí sim foi um desperdício de espaço! A intersecção entre o baixo e o alto Parque do Povo contou com uma espécie de “e aqui, o que faremos?!”, já que visualmente ficou claro que nada se encaixou nesse miolo. Basta citar que um trabalho cultural promovido pelo SESI foi realizado em uma barraca estreitíssima, lá no final de tudo, enquanto a Honda contou com um esplendoroso stand no centro do passeio apenas para exibir a marca. Sem falar na Skol que montou um stand no mesmo local pra vender cerveja mais barata que os barraqueiros...!
Vila da imprensa ficou legal com a Catedral ao fundo... mas, a Vila Nova da Rainha ficou muito mal arrumada! Escondida, sem destaque... estava mais pra ‘cortiço’ que vila!! Faltou um toque de cenografia para unir esses dois espaços.
Falando em cenografia... e o El Dorado perdido no meio do passeio também?! Aliás, ali dentro bem que poderia ter sido instalado o Memorial do Maior São João do Mundo, dando a conotação histórica que o evento merece para quem vem de fora e não conhece sua gênese e trajetória – Aliás, fica aqui a dica!

7 – Ilhas de Forró
Fizeram falta!! No formato antigo haviam várias para apresentação de trios de forró com  grandes espaços para dança! Nesse ano há duas do tamanho de uma tapera de beira de praia, mal feitas, com aspecto de improviso, onde mal cabe o trio para tocar, quiçá muitos casais dançando em seu interior.

8 – Atrações
Ah, pra mim tanto faz! Considero o Maior São João do Mundo um grande festival onde todos os gêneros devem ser contemplados com atrações que satisfaçam os mais variados estilos, desde o clássico/regional até os comerciais/estilizados.

9 – E a Cidade, como um todo?!
Mais uma vez nem parecia que em Campina Grande se realiza uma festa tão grande, extensa e famosa! Tudo se concentra no Parque do Povo; diferente dos anos 80 quando em todo bairro havia quadrilhas com apoio da Prefeitura Municipal no que se referia à som e iluminação (se bem que eram os áureos tempos da CELB...).
Nem as ruas centrais receberam ornamentação junina! Não falo só de bandeiras não... falo de ornamentação  elaborada, coisa típica de quem realiza festas temáticas, como se concebe em outros centro brasileiros.

Vem Pra Rua, Vem!!!

Posted: terça-feira, 25 de junho de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Campina Grande, 20 de Junho de 2013

O Gigante Acordou!!!

Esta frase que permeia o cenário nacional nos últimos dias representa um grito que foi às ruas dizer basta à várias incongruências existentes no cotidiano social e político do nosso país.

O grito das ruas ecoou por todo o território nacional e foi até além dos limites geográficos, quando brasileiros em todo o mundo também, literalmente, foram às ruas mesmo em outros países, para mostrar que o sentimento é comum à todos.

Várias foram as frases de efeito que compuseram os reclamos nos incontáveis protestos organizados e realizados em nossas capitais e nas principais cidades do Brasil. No entanto, todas, remetiam ao mesmo propósito: queremos mudanças!

Desde a redemocratização, o povo só se mobilizara desta forma para pedir uma mudança significativa para a Nação, em 1992, quando a multidão de caras pintadas de verde e amarelo pedia “Fora Collor” e, àquela altura, a alçada de Itamar Franco à presidência recolocou o país nos trilhos da estabilidade econômica e do plano de crescimento à longo prazo.

Hoje a reivindicação é mais ampla: sem líderes, sem bandeiras partidárias, sem bandeiras sindicais ou entidades estudantis encabeçando o movimento, o uníssono “Vem pra rua!” pede as grandes mudanças necessárias para a administração pública do nosso país, entre elas, uma melhor aplicação dos recursos federais em Saúde, Educação e Segurança.

Aos olhos dos sociólogos, os protestos que aconteceram no Brasil até agora são apenas uma espécie de “aviso aos navegantes”. É preciso que os governantes, nas três esferas de governo, ouçam esse clamor popular, discutam os problemas existentes em seus limites de governância, debatam com os órgãos representativos sociais e promovam o bem estar coletivo... Do contrário, ninguém sabe quais as reais consequências desses atos que tomaram os noticiários jornalísticos do nosso país.



Afinal... O que queremos que fique de tudo isso?!

Posted: quinta-feira, 20 de junho de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Tá tudo muito bonito o povo cuspindo fogo à esmo! Mas, me vem uma outra dúvida: Uma hora essas manifestações cessarão... e, quando isso ocorrer, o que ficará de tudo isso?! 

O movimento é anárquico e não estabeleceu propósitos. 

Há muita pressão. Porém, quando acabarem as passeatas, nossos 'empalitozados' voltarão à rotina, nós também voltaremos... E AÍ?! Qual o objetivo dessa luta?! O que queremos?! Qual a contra-partida que esperamos?! O que pretendemos ouvir dos que estão no poder?! 

A Passeata dos 100 Mil pedia: "Abaixo a repressão!"; 

O Movimento Diretas Já pedia "Eu quero votar pra presidente" ;

Os Cara-Pintadas pedia: "Fora Collor"...

E essa nova geração de protestantes, o que pedem como legado?! 

PRECISAMOS AFUNILAR O FOCO!!!

'FACEBOOKANDO'

Posted: terça-feira, 18 de junho de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Salve, salve... O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O POVO BRASILEIRO?!?!

Resp.: Resolveu levantar a cabeça, botou a faca nos dentes, e partiu pro ataque!

CHEGA DE COMODISMO!!!

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No momento em que boa parte da imprensa mundial repercute a realização de um evento esportivo, o povo brasileiro orquestra um movimento que só se assemelha às grandes confrontações à Ditadura Militar, ou o pro-Impeachment dos Caras-Pintadas.

Porém, creditar tudo isso à "Passe-Livre", e aumento na passagem de ônibus, é subestimar e desvalorizar um ato dessa proporção!

O BRASILEIRO ESTÁ SE IMPONDO COMO NÃO FAZIA DESDE A REDEMOCRATIZAÇÃO.
No entanto, existe uma diferença grotesca entre PROTESTAR e VANDALIZAR. E estes dois verbos estão se confundindo nos eventos ocorridos em todo o país.

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No Século XVIII, o escritor alemão Goethe disse: “Ler é a arte de desatar nós cegos.”
O que isso tem a ver com o Brasil? 
O Brasil tem 12,9 milhões de pessoas analfabetas, segundo o relatório de 2012 da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), organizada pelo do IBGE!
Quando o povo brasileiro "souber ler", os nós cegos da nossa Nação serão desfeitos.

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Uma verdade... De que adianta essa tímida incursão para um "ForaDilma", se as opções que se apresentam são os mesmos modelos fracassados que outrora governaram nosso país?!

Trocar 6, por meia-dúzia, é manter o Brasil na mesma dicotomia Direta x Esquerda que predomina em nosso país.

É preciso repensar a política nacional... NADA DE REPRISES!!! Não reconduzam ninguém, não alavanquem ex-gestores à cargos mais altos. Vamos começar assim, se quisermos remodelar nossa Administração Pública.

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Aí, pergunto...

Você que tá pedindo o "ForaDilma", já imaginou se a ideia cola e o Brasil cai no colo do Michel Temer e dos nefastos cardeais do PMDB???

O melhor 'impeachment' é o das urnas! Quando o povo diz "Valeu, mas, quero mais não!". O problema é, como disse anteriormente, essa dicotomia da política brasileira. É o 'Café com Leite' contemporâneo.

"Centro Histórico": As Placas Indicam Mas, Onde Ele Está?!

Posted: segunda-feira, 11 de março de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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TEXTO ORIGINALMENTE POSTADO NA REVISTA "CONSTRUIR & CIA" - ANO I, Nº 01




Comumente transitando pelo entorno do Centro da cidade nos deparamos com placas indicativas de trânsito que sinalizam, entre convergências de sentidos, a direção para o “Centro Histórico”.

Ornadas com fundo pintado na cor marrom, que indicam “Atrativos Turísticos”, segundo as convenções definidas pela Legislação de Trânsito brasileira, as placas nos leva ao local em que deveria ser nosso Centro Histórico!

Não só para os turistas que nos visitam, como para nós mesmos que buscamos evidências físicas do passado da nossa cidade, o cenário encontrado na área delimitada não reporta em praticamente nada ao termo definido nas placas indicativas. 

Campina Grande é uma cidade ímpar no que diz respeito à presença de arquitetura urbana de cunho histórico. Como se não bastassem as modificações realizadas nas Décadas de 30 e 40, que remodelaram de forma definitiva as características originais que remetiam aos tempos da  Vila Nova da Rainha, hoje contamos com o processo de expansão do mercado da construção civil que vem substituindo de forma avassaladora muitos dos imóveis comerciais e residenciais antigos existentes no Centro da cidade por construções de arquitetura contemporânea, ou simplesmente transformando seus terrenos em estacionamentos.

O acervo de construções Históricas e/ou originais presentes no Centro de Campina Grande é muito limitado. Alem do quê, os que estão localizados nas principais vias de tradição comercial ainda contam com a descaracterização publicitária que encobre o pouco que ainda resta das suas antigas fachadas.

De certa forma, apesar dos seus 315 anos de fundação (a serem comemorados no próximo dia 1º de dezembro), passear em Campina Grande não significa uma viagem ao passado. Muitos são os prédios públicos ou privados que foram demolidos ou substituídos desde a Reforma Urbanística implementada na administração do prefeito Vergniaud Wanderley no final da Década de 30, que mudou radicalmente o layout original do Centro da nossa urbe, bastando citar a demolição da Igreja do Rosário e do Paço Municipal como exemplo do rastro de destruição imposta ao nosso Patrimônio Histórico.

Diferente de outras grandes cidades do Brasil que comungam do acervo arquitetônico histórico com o modernismo, Campina Grande caminha à passos largos para contar sua História apenas através das fotografias que registraram, um dia, o presente que o futuro, disfarçado de progresso, fez e faz questão de esquecer da importância que aquele imóvel teria para as novas e próximas gerações.


Emmanuel Sousa


"AMOR À IGREJA" UMA OVA...

Posted: quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Que "Amor à Igreja" que nada...

Sabendo o quanto repercutiria, o cara teve a grandeza de tomar uma atitude drástica, penalizando a si próprio, para abrir os olhos da comunidade mundial sobre os bastidores do Poder no Vaticano.

Para quem interpretou as mensagens subliminares presentes em seus textos proferidos, demonstrando de forma intrínseca os motivos da sua abdicação, não há dúvidas: Bento XVI chamou a comunidade católica "às falas".  

Tem minha aprovação o ato digno tomado pelo Cardeal Hatzinger. Infelizmente, a comunidade continua fingindo que tudo não passa de mais um belo Ritual Dogmático. 

A histórica renúncia de Bento XVI é pra ser levada à reflexão por todas as castas da Igreja Católica, desde seus fiéis, mesmo que sua forte hierarquização impeça uma onda de mudança e moralismo partindo de baixo pra cima. 

Como diria o velho ditado popular... "Fé cega, faca amolada."

"Grande é o Treze" - Provocaram o Jornalista "Errado"!!!

Posted: quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Página Principal Blog do Terceiro Tempo - 13/02/2013

Na última semana, uma enxurrada de tuitadas originais e 'retuítes' inundaram as redes sociais em alusão à resposta provocativa de um dos jornalistas nacionalmente conhecido por seu viés 'venenoso' por assim dizer,  à um veemente torcedor do Campinense Club que quis promover o seu time do coração através do micro-blog do jornalista.

A(s) resposta(s) do jornalista mineiro não só contrariou o autor da provocação, como o colocou em uma verdadeira saia justa! Aproveitando sua ciência sobre a rivalidade histórica dos Maiorais da Paraíba, tratou de responder com uma retrucada daquelas de fazer o emissor 'murchar'...

Surpreendido com a repercussão que sua resposta provocou na torcida adversária, Milton Neves não se conteve apenas à uma resposta e, repetidas vezes pôs-se a inflamar a torcida trezeana com constantes convites para segui-lo e/ou retuitar seus comentários, diga-se, bem exagerados por sinal, conotando inclusive, certo deboche ao time do TrezeFC.

Sequência publicana no Twitter @MiltonNeves

No entanto, ontem, dia 13 de Fevereiro, como se não bastasse a 'carga' já sofrida pela torcida rubro-negra, a assessoria do jornalista Milton Neves levou para o blog do "Terceiro Tempo" fotos de alguns momentos da História do TrezeFC, evidenciando a postagem na página principal do site e,  mais uma vez, bradando através do Twitter a postagem que mais uma vez caiu nas graças da torcida trezeana e, obviamente, dos que colocam Campina Grande em evidência acima de paixonites esportivas.

Claro que, obviamente, que para quem acompanha o jornalismo esportivo sabe quem é Milton Neves e dá o devido desconto às suas palavras. Porém fica a dica para, antes de colocar a razão sobre a emoção, isso para qualquer 'torcedor', e achar que seguir uma personalidade no Twitter significa "somos chapas", melhor ponderar e se limitar para não passar por um vexame dessa grandeza.
   

Sim, mas... e o respeito?!

Posted: terça-feira, 5 de fevereiro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Ainda sobre a polêmica de Malafaia (encontrei palavras para opinar)

O Brasil está um país muito chato de se viver... "minorias" impondo condições e os cidadãos sendo regidos por Leis estróinas, quando o bom senso já deveria ser o bastante para a boa convivência social.

Minha Visão: 

Não existe 'homossexual', ou 'heterossexual'; não existem 'negros' ou 'brancos'; não existem 'gordos', ou 'magros'; 

EXISTEM PESSOAS, SERES HUMANOS COM DIREITOS INDIVIDUAIS E LIBERDADE DE EXERCÍCIO, EXPRESSÃO E CRENÇA. O que não tem existido principalmente no Brasil é: RESPEITO. 

Se respeitarmos nossos pares com a consciência de que MEU Direito se acaba quando começa o DELES, aí sim, estaremos respeitando o principal mandamento pregado por Jesus Cristo: AMAI-VOS UNS AO OUTROS... COMO EU VOS AMEI!

Mesmo que esse "amar" venha a significar, simplesmente, RESPEITAR!

Porém, existe TAMBÉM, algo chamado de OPINIÃO, onde eu tenho a MINHA e você tem a SUA. Respeite-mo-nos portanto as individualidade e o livre arbítrio da humanidade, desde que não nos atinja em nosso Direito.



Em Sua 22ª Edição, a Sub-Existência do "Encontro para a Nova Consciência"

Posted: segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 by Emmanuel do N. Sousa in
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Há 22 anos, Campina Grande notabilizou-se nacionalmente (até internacionalmente) pela realização de um grande encontro ecumênico, onde o foco era a intelectualidade, a cultura, a diversidade e a espiritualidade. Onde pessoas de todas as religiões reuniram-se para discutir e aprender.

Surgia, no ano de 1992, o Encontro para a Nova Consciência! 

Após o sucesso alcançado em sua primeira edição, o Encontro alcançou um respaldo ímpar, atraindo nos anos subseqüentes, grandes nomes do pensamento livre e formadores de opinião. Um evento único no mundo que conseguiu envolver no período momesco, as maiores personalidades nacionais e internacionais, para a abordagem de temas de interesse da humanidade, exercitando a tolerância, o diálogo inter-religioso, o desenvolvimento sustentável e inclusão social.

Em seus primeiros anos, os grandes líderes políticos e religiosos de Campina Grande participaram, ativamente, à exemplo do Bispo Diocesano Dom Luis Gonzaga Fernandes, que sempre fez questão de ressaltar a unidade entre as crenças em busca de um objetivo comum, com fins pacíficos.

Alguns anos mais tarde, duas correntes religiosas, díspares e imiscíveis, os Católicos Carismáticos e uma fração dos Evangélicos capitaneados pela VINACC, desenvolveram seus próprios encontros, enfraquecendo a participação maciça no evento macro de respaldo internacional.

Dispostos de apelos de cunho estritamente religioso, estes dois novos encontros colheram, em sua grande massa de participantes, os fiéis seguidores das igrejas envolvidas. O "Crescer" acolhe os católicos carismáticos e simpatizantes do movimento da Renovação Carismática Católica, enquanto o "Encontro Para a Consciência Cristã" arrebata os evangélicos de forma geral.

Ano, após ano, estas duas agremiações fortaleceram seus eventos de forma que, praticamente, transformou Campina Grande em uma cidade de eventos religiosos, em detrimento à maximização discutida à nível macro no Encontro para Nova Consciência, em períodos pretéritos. Atualmente, existem, além dos dois aqui discutidos, os encontros religiosos dos Espíritas, o "MIEP"; o dos Judeus, "Amigos da Torah"; o de outra comunidade da Renovação Carismática Católica, os Remidos no Senhor... 

A verdade nua e crua é que o Encontro para Nova Consciência, hoje, sub-existe! É mais um encontro da diversidade cultural que um evento ecumênico.

É um evento que ainda consegue sobreviver porém, sendo realizado em um formato micro de abrangência, alcance e participação popular. Está muito longe de possuir a magnitude, a plenitude e a potencialidade nacional, e internacional, que já possuiu.

O próprio poder público deveria ter impedido a proliferação desses encontros paralelos de caráter egocêntrico e personalistas, em que a Prefeitura Municipal de Campina Grande atua como parceira no patrocínio financeiro.

Isso só prova que nossa comunidade é incapaz de se unir em torno de um objetivo comum! Um pensamento único em torno do bem estar comum não basta! A rivalidade entre as religiões impede a união dos povos. Infelizmente, somos obrigados a conviver com grupos de líderes que continuam pregando serem os melhores, levando seus fiéis a "se compararem", ao invés de "se parearem" aos irmãos de outras correntes religiosas.


(No Blog Retalhos Históricos de Campina Grande, foram postados, há algum tempo, alguns vídeos do 1º Encontro para a Nova Consciência realizado no ano de 1992: http://cgretalhos.blogspot.com/2009/11/o-encontro-da-nova-consciencia-em-1992.html)