Campina é GRANDE demais para ser gerida por uma pessoa só!

Posted: sexta-feira, 28 de setembro de 2012 by Emmanuel do N. Sousa in
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Campina é GRANDE demais para ser gerida por uma pessoa só!

Esta frase impactante eu já ouvi várias vezes de um edil local, à quem tenho muito respeito pelos projetos de relevância que o mesmo apresentou à Câmara Municipal, e concordo com ele em número, gênero e grau!

A mesma frase pode ser entendida como uma generalização à toda administração direta do Município, como também à alguns gestores da Administração Indireta que detém certas prerrogativas de poder que lhes permite tomar decisões monocráticas aplicadas ao conjunto populacional de determinadas regiões da cidade.

Infelizmente, se não houvesse politicagem na política e divergências pessoais sobrepondo-se às adversidades partidárias, os poderes Executivo e Legislativo poderiam conciliar a gerência administrativa municipal em consonância.

Porém, o “Eu posso! Eu mando! Eu faço!” soa mais alto que o hipotético “Nós podemos? Como faríamos? Como melhoraríamos?”... Falta debate, falta diálogo, falta consenso.

Dessa forma, vemos uma posição passiva da Câmara de Vereadores ante alguns atos do Executivo, onde poucas vozes se levantam em contestação e, destas poucas vozes, menos ainda contestam em defesa do cidadão, a quem lhe deve a condição de legítimo representante no parlamento mirim.

Meu pensamento, quando tratamos de Democracia, é estender esse ‘Governo do Povo’, para o povo mesmo! Já que a atual conjuntura das Eleições “impede” que entidades de classes consigam eleger seus prepostos, a administração municipal, em nosso caso, deveria contar com uma espécie de “Comitê Gestor”, que atuasse no balizamento das ações gerenciais em termos de relevância e impacto a ser gerado com suas implementações junto à população.

Em comparação bruta, seria uma espécie de “Conselho Ministerial”, onde figuras representativas da sociedade ativa municipal, indicadas por suas classes, não sendo-lhes permitido a opção de perpetuarem-se na função além do período proposto nem detendo-se de bonificação salarial, analisariam as propostas e intenções da administração municipal, aquelas que impactariam de forma direta, ou indireta, junto ao cidadão, dando-lhes provimento, ou não, às suas aplicações.

Seria tolher um pouco o totalitarismo do Poder Executivo, por outro lado, seria a forma mais democrática de fazer com que o povo participasse e debatesse ativamente as ações gerencias das políticas públicas, buscando aproximar ao máximo de uma Gestão  definitivamente participativa e menos autocrática.

1 comentários:

  1. Anônimo says:

    Estou absolutamente de acôrdo com seu comentário. Espero viver o bastante para vêr uma nova forma política onde os estados e paises sejam administrados por un grupo de pessôas honestas e competentes, elegidas DIRETAMENTE pelos cidadões que valorarão as virtudes humanas dos candidatos sem pressões de partidos e sem politiqueos. Isso chegará. Não é uma utopia. Nosso tempo exige cambios evolutivos en todos los aspectos de nossa sociedade!