Aqui Jaz a Estação Velha, Gênese do Progresso de Campina Grande

Posted: quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 by Emmanuel do N. Sousa in
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Esta foto, de autoria de Marcus Nogueira, usuário da comunidade "Campina Grande" no Orkut, pode ser amplamente analisada em seu contexto artístico. No entando, ela fala mais do que mostra!

Expliquemos:

O que pode representar uma cidade repleta de prédios e edifícios? Uma cidade em progresso, em pleno ritmo de desenvolvimento! Momento contemporâneo da nossa urbe.

Voltemos pra foto: em primeiro plano está captada, no centro da imagem, a Estação Velha e, ao fundo, a selva de pedra que remete ao atual 'boom' do mercado imobiliário local.

Campina Grande, apesar de sua importância histórica, abriu suas portas para o progresso e para o maior período do seu desenvolvimento, culminando com o auge da cultura algodoeira, justamente com a chegada do trem em 1907!

Portanto, o desenvolvimento local e a Estação Velha tem mais caracteristicas em comum do que supõe a excelente fotografia.

Agora, rendemos nossa atenção ao estado de conservação no qual se encontra um dos maiores Patrimônios Históricos de Campina Grande, o antigo ponto final da Great Western:

Foto publicada no Portal A Palavra Online


Foto publicada no Portal A Palavra Online

Dom Pagotto, Dom Poder

Posted: quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 by Emmanuel do N. Sousa in
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“Dom Aldo Pagotto celebra casamento de Ricardo Coutinho e Pâmela Bório”

Há algo incomum nesta manchete?! Claro que não.

E se complementarmos a manchete com o corpo da notícia, assim: “O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), casou às 18h, deste domingo, com a jornalista Pâmela Bório. A solenidade aconteceu na capela da Granja Santana, em João Pessoa, residência oficial do chefe do Executivo Estadual, e reuniu familiares e amigos mais próximos dos noivos. (...)A cerimônia foi celebrada pelo arcebispo Dom Aldo Pagotto.”

“Hein?! Não entendi!”, me diz você, leitor.

Traduzindo, tudo está conforme o roteiro estadual paraibano; Dom Aldo Pagotto, Arcebispo, braço político-cristão do Governo do Estado desde a gestão Cássio Cunha Lima, celebra o enlace do atual governador em sua residência oficial, mantendo as suas funções de capelão chapa-branca.

O que parece que nenhum profissional de imprensa notou, ou não quis notar, é que o Dom Aldo, ou Dom Poder, é um daqueles personagens muito famoso do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, já que ele próprio foi um crítico ferrenho da condução atual das cerimônias de casamento realizadas no Estado, inclusive se colocando como arauto das regras canônicas dispostas pelo Vaticano e promovendo uma série de proibições impostas aos templos católicos do estado.

Não muito tempo atrás, o mesmo Pagotto declarou no site da Arquidiocese da Paraíba, no dia 13.09.2010, que “(...) de acordo com as Orientações para a Celebração Litúrgica do Sacramento do Matrimônio na Arquidiocese da Paraíba(...) as celebrações só são permitidas dentro de uma Igreja da própria comunidade paroquial dos noivos(...) Quanto a casamentos realizados em clubes, sítios ou quaisquer outros lugares não destinados ao culto: são expressamente proibidos em qualquer caso”. (http://www.arquidiocesepb.org.br/index.php?arqui=pages/noticia&cod_noticia=44)

Instituição de hierarquia severa e indiscutível, a Igreja Católica cumpre, através dos seus padres, as determinações instruídas. Por isso, atualmente existe uma dificuldade imensa de se levar cerimônias da igreja católica às diversas localidades onde se haja necessidade em virtude dessa proibição, tornando a instituição antipática ao apelo social.

Abrindo uma exceção para celebrar o matrimônio do Governador em sua residência oficial, o Arcebispo queima sua própria língua, ao passo que abre o precedente para o descumprimento da proibição por parte de outros pastores da Igreja Católica, que poderão promover as mesmas atitudes com base na conduta praticada por Dom Pagotto.

Balizando Lembranças

Posted: segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 by Emmanuel do N. Sousa in
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Nesse exato momento em que tento manter a disposição, às 23:00hs, para continuar elaborando algumas prestações de contas do FNDE para as prefeituras das quais presto esse serviço, divido minha concentração, ou desconcentração, com um DVD de uma série de TV contemporânea, chamada The O.C.

Essa série era fantástica! Assisti todas as temporadas. Nela eu encontrava meu cenário favorito: praia; meu roteiro favorito: adolescência americana; meu tema favorito: tudo isso junto com pitadas de romance, humor e aventura.

Ouvir o tema de abertura, além das belíssimas cenas de tomadas aéreas do litoral californiano, ou do por de sol com um surfista à crista da onda ao fundo, me teleporta ao saudosismo que reina entre os meus sentimentos mais exigidos.

Lembrar que sempre via em mim parte de cada personagem ali encenado: o sarcasmo e a ironia do Mr. Cohen, a timidez e a introspectividade do Seph além da impulsividade do Ryan!

Como é prazeroso ser transportado às lembranças que cada cena me traz do meu cotidiano pretérito. Comumente, era aos domingos às 11:00hs que costumava assistir a série pela TV aberta.

Neste momento balizo dois extremos da minha vida de casado... lá no comecinho, quando as responsabilidades eram apenas as pequenas atividades rotineiras da vida à dois e, hoje, quando detenho a dádiva de ser pai, o chefe da família!

Como isso pareceu pesado (risos!).

A verdade é que sinto prazer em viver preso às lembranças e, a cada filme ou série de TV que assisto, viajo pelo lado onírico fazendo com que eu viva em consonância com os roteiros cinematográficos, que ornam cada episódio com a mais fantástica história com início, meio e, sempre, um final feliz.

Aliás, pelo adiantado da hora, é melhor eu voltar à vida real. Permitam-me retornar às minhas prestações de contas...

Prumo Nivelado

Posted: terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 by Emmanuel do N. Sousa in
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É algo até hilário a facilidade com que o brasileiro, em especial o paraibano, esquece as “ideologias” quando sua perspectiva pessoal não é satisfeita...

Tivemos no ano de 2010, durante aproximadamente seis meses, um conflito de interesses políticos antes, durante e depois da campanha eleitoral, quando os partidários de Ricardo Coutinho esbravejavam aos quatro cantos do estado que o sucesso do nosso torrão dependia da sua condução ao Palácio da Redenção.

Pois bem! O povo paraibano creditou à Ricardo Coutinho a função de governar o estado e lhe alçou à condição de Governador.

Como já se prognosticava, o estilo Coutinho de governar envolve muito mais atos administrativos que políticos, uma visão de gestor, ao invés da tradicional gangorra da qual o paraibano estava acostumado, estando bloco “A” por cima, quando o bloco “B” estivesse por baixo e, vice-versa; 

Porém, após 38 dias, o governo Ricardo Coutinho tem colocado esta gangorra na posição de prumo nivelado, onde nada tem pendido para um lado, ou para o outro, com atitudes administrativas ponderadas e mensuradas em relação aos grandes impactos políticos.

Partindo do pressuposto de que os ‘ricardistas’ também estão pagando o mesmo preço imposto para todos os partícipes do cenário governamental, já surgem os primeiros ensaios de revolta ao modo Ricardo Coutinho de governar.

Ao que parece, quem votou em Ricardo esperava que ele aplicasse a velha política de Talião, aplicando aos ‘maranhistas’ o tradicional revanchismo exacerbado, inflado ainda mais durante os governos antagônicos e alternados de José Maranhão e Cássio Cunha.

Aos olhos de quem vê a política como meio de se atingir os fins sociais, os atos do governador Ricardo Coutinho vêm apresentando a cautela de quem começa a caminhar sobre um terreno desconhecido, de onde pode surgir, a qualquer momento, uma surpresa escondida em seu subsolo, caminhando com prudência e agindo de forma ética e legal.

As Voltas que a Vida Dá!

Posted: quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 by Emmanuel do N. Sousa in
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Lindberg Farias Cumprimenta Fernando Collor (1º/02/2011)

“Ahhh, se pudéssemos contar, as voltas que a vida dá!”

Esse pequeno verso da música “A Miragem” de Marcus Viana diz muito sobre os momentos aos quais nos subjugamos ao longo da nossa vida, diante dos casos inusitados que nos deparamos ou sobre as reflexões que devíamos fazer diante de cada ato que realizamos a cada minuto da nossa efêmera passagem por este mundo terreno.

Geralmente é na juventude que costumamos realizar as maiores desventuras, das quais levaremos suas lembranças para o resto dos dias em que vivermos; sejam na saudade, sejam no arrependimento!

Os mais “afoitos” dizem que devemos nos arrepender do que fazemos, ao invés de lamentar nunca tê-lo feito!

Diante desse preâmbulo, o dia 1º de Fevereiro de 2011 ficou marcado por uma dessas voltas que o mundo dá, envolvendo duas figuras antagônicas do passado recente que, à época, rivalizaram diante de uma das maiores movimentações populares e democráticas que este Brasil já viu: um representava a Nação de Direito, o outro a Nação ‘de fato’!

O ano era 1992 e nosso presidente era o alagoano Fernando Collor de Mello que já se afogava no mar de escândalos atribuídos à sua gestão e aos seus assessores, quando a Revista Veja publicou a entrevista-bomba com seu irmão Pedro Collor que confirmara todos os ilícitos administrativos, incrementando ainda mais o leque das denúncias.

Como se estivéssemos nos ‘Anos-de-Chumbo’ a militância estudantil foi às ruas!

Liderados por Lindberg Farias, então presidente da UNE, toda a juventude brasileira se vestia de preto, com os rostos camuflados como se fora uma guerra, escrevendo o “Fora Collor” nas páginas da nossa História.
Se foram massa-de-manobra, ou não, o fato é que os “Cara-Pintadas” foram o gatilho que faltava ao estopim político para destituir Fernando Collor do cargo de Presidente da República, através do processo de “impeachment” promovido pelo Congresso Nacional.

Voltando ao presente, durante a cerimônia de posse do Senado Federal, eis que se cumprimentam, cordial e amistosamente, ante a sorrisos e cortesias, o senador alagoano Fernando Collor e o recém-empossado senador fluminense Lindberg Farias, agora colegas por quatro anos, unidos em torno da conduta legislativa dos destinos do Brasil.

Lindberg, inclusive, está cotado para assumir a dianteira da Comissão de Infra-estrutura do Senado, cargo ocupado por Collor até o final do ano passado.

O encontro foi ocasional, claro, entre os nobres senadores, quando se prostraram frente-a-frente e a boa conduta civil os levou ao cumprimento que chamou a atenção de toda imprensa especializada que se encontrava de plantão no plenário, até parece, para flagrar este momento.

Respondendo aos jornalistas, como não poderia passar despercebido, Lindberg arrematou: "Foi um encontro ocasional, ele estava atrás de mim [...].  Aquele foi um momento da história do país. Ele foi gentil comigo, apertou minha mão!".

E eu volto a cantar... “Ahhh, se pudéssemos contar, as voltas que a vida dá!”

BBB Bizarro 11 (By KibeLoco)

Posted: quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011 by Emmanuel do N. Sousa in
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Já virou mania entre os internautas aguardar, junto à estréia das edições anuais do programa da Rede Globo, pelo lançamento da sátira BBB Bizarro, desenvolvida pela equipe do site KibeLoco que, dispensa maiores explicações, onde o amálgama das figuras 'falam' por si só.

Divirtam-se: 

http://www.naosalvo.com.br/vc/wp-content/uploads/2011/01/BBBizarro11.jpg

(site Kibe Loco: http://kibeloco.com.br/platb/kibeloco )