Um Feliz Natal à Todos

Posted: segunda-feira, 20 de dezembro de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Comemorar a Noite de Natal é celebrar a vida, o amor, a fraternidade e, acima de tudo, a convergência desses sentimentos à família.

A confraternização familiar é a certeza de que vivemos intensamente todos os dias ao decorrer do ano mas, ao final, é com aqueles que mais amamos que queremos encerrá-lo.

Fraternalmente celebramos, junto à Ceia Natalina, o sentido maior intrínseco na data, que é o nascimento de Jesus Cristo, ícone das culturas religiosas ocidentais, também cultuado como Filho Unigênito de Deus.

Considerar a crença transpassada através dos séculos de que o 'Rei dos Judeus' nasceu sob o abrigo de uma manjedoura nos faz sentir, de forma introspecta, de que a humildade deve prevalecer em nosso cotidiano e que devemos prover bons sentimentos de humanidade, de fraternidade, de companheirismo, de dignidade e de respeito ao nosso próximo.

Estar junto à nossa família na Noite de Natal é viver a alegria do re-encontro à célula mater do nosso convívio social, representando o sentimento universal de paz e unidade entre os povos de todo o mundo.

Desejo que, não só o Natal comercial seja comemorado como também a certeza de que uma figura tão importante quanto o "Bom Velhinho", que é Jesus Cristo, esteja presente em todos os 365 dias do próximo ano que se avizinha.

Feliz Natal a todos!!!

O Papai Noel da CBF e seus Presentes de Grego!!

Posted: terça-feira, 14 de dezembro de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Para completar o ano de péssimas lembranças para o futebol brasileiro - lembrem-se da pífia campanha da "Seleção" de jogadores comandada por Dunga na Copa da África - esta mesma CBF que convoca as "estrelas" brasileiras que jogam no exterior resolveu dar um presentaço de Natal para os torcedores do Santos e do Palmeiras: unificou todos os campeonatos realizados antes de 1971, quando foi disputado o primeiro Campeonato Brasileiro de Futebol, pondo todos no mesmo balaio e dando-lhes o mesmo peso e importância equânime!

Dessa forma, o novo quadro de conquistas dos clubes nacionais será disposto da seguinte forma:

Santos e Palmeiras, nove títulos nacionais, considerados os agora oito brasileiros (incluídos Taças do Brasil, Robertões e Brasileirões) e mais uma Copa do Brasil para cada um;

Flamengo, oito títulos nacionais, considerados os seis do Brasileirão e dois de Copa do Brasil;

Corinthians, sete títulos, os quatro do Brasileirão e as três Copas do Brasil;

São Paulo, seis Brasileirões;

Grêmio, seis títulos, dois Brasileirões mais quatro Copas do Brasil;

Cruzeiro, seis, uma Taça do Brasil, um Brasileirão e quatro Copas do Brasil;

Vasco, quatro Brasileirões;

Fluminense, quatro, um Robertão, dois Brasileirões e uma Copa do Brasil;

Inter, três Brasileirões e uma Copa do Brasil;

Bahia e Botago, dois, uma Taça do Brasil e um Brasileirão;

E, mais, uma panelada de clubes com um título, seja de Brasileirão ou Copa do Brasil: Sport (que a CBF considera campeão do Brasileirão de 1987, o que subtrai um título do Flamengo), Atlético Mineiro, Guarani, Coritiba e Atlético Paranaense, todos campeões de Brasileirões, além de Criciúma, Juventude, Santo André e Paulista, campeões de Copa do Brasil.

A Paraíba e a Anarquia das Oposições

Posted: segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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É por isso que o estado da Paraíba não vai pra frente!

Quando será que as forças políticas do nosso estado cumprirão o que prometem em suas campanhas eleitorais, quando dizem que “[...]se eleito for, lutarei pelo desenvolvimento do nosso Estado[...]”?

Que bravata!!!

A conduta mais utilizada aos detentores de mandatos eletivos, após início do exercício do cargo, é tomar partido, leia-se “escolher de lado”, entre concordar com os atos do poder executivo, ou estabelecer a anarquia política denominada “oposição”.

É o caso com que irá se deparar o governador eleito Ricardo Coutinho, por exemplo, com a bancada de deputados do PT que resolveram, através de decisão da cúpula estadual do partido, não participar da harmonia pretendida para a condução dos trabalhos da Assembleia Legislativa.

Em Campina Grande, outro exemplo, o atual prefeito Veneziano Vital enfrentou seis anos de marcação cerrada do Legislativo campinense aos planos administrativos, onde o Executivo não conseguiu emplacar nenhum dos grandes projetos enviados pelo gestor municipal, onde a Câmara de Vereadores lhe oferecia a chamada “oposição por oposição” da antiga maioria de edis ligados ao grupo liderado pelo ex-governador Cássio Cunha.

O próprio estado sofreu nesse curto período da transição entre 2009 e 2010, quando a maioria dos deputados migrou de situação para oposição após a cassação de Cássio Cunha e posse de José Maranhão, não oferecendo conforto aos intentos do Executivo estadual, ao contrário do que ocorria entre 2003 e 2008 quando essa mesma maioria não “pestanejava” para os projetos do então governador.

Enquanto essas lideranças eleitas pelo “voto popular” não tomar consciência de que eles estão ali assumindo a posição de representantes de uma comunidade e, não, de si próprios, nosso estado e seus municípios perecerão por estas atitudes mesquinhas e egoístas de quem não tem compromisso nenhum com a destinação das políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida de toda a sociedade.

É time de mundiça mesmo, a começar do presidente!

Posted: terça-feira, 7 de dezembro de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Anti-ética; Quebra de protocolo; Mesquinhez; Pequenez; Inveja; Má-Educação... 

Tudo isso e mais um pouco se aplica ao representante maior de um patrimônio 'cultural' como o time de futebol do Corinthians por não conseguir manter a compostura em um ambiente como a entrega de prêmios aos MELHORES do Campeonato Brasileiro de Futebol.

A presença do "entroncado" do Presidente Lula encorajou Andrés Sanches a tomar essa iniciativa ridícula, uma vez que o ínclito petista costuma misturar assuntos institucionais com futebol em suas "falas de improviso".


Fluminense Football Club, Campeão Brasileiro de 2010

Posted: by Emmanuel do N. Sousa in
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E o Fluminense, heim?! Vinte e Seis anos que não reconquistava o título de campeão brasileiro de futebol.

Depois de três anos (2006, 2007 e 2008) dominados por um único time (São Paulo FC), os certames de 2009 e 2010 ofereceram um pouco de emoção à insossa modalidade da disputa por pontos-corridos com a presença de três times disputando o título na última rodada do campeonato.

Ano passado deu Flamengo, “contra” Internacional-RS e São Paulo FC e, 2010, os louros foram para a já característica campanha de regularidade empreitada pelo técnico Muricy Ramalho, dessa vez junto ao “tricolor carioca”, o Fluminense Football Club.

Dispondo de uma equipe mesclada de jogadores ditos “veteranos” com novos valores do futebol nacional, o time do Fluminense - que chegou a equação matemática de 98% de chance de ser rebaixado para a Série B no ano passado – apresentou uma estrutura tática e técnica que fez com que as jogadas de maestria do argentino Conca, ou do repatriado Deco, sempre encontrasse um dos “centro-avante”, como Washington ou Fred disposto a marcar gols.

Após o fracasso da “Seleção” Brasileira na Copa da África, no meio do ano, Muricy Ramalho recebeu o convite do eterno presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para comandar o futuro da Canarinha e, após o “Sim” pessoal, Muricy deixou que a diretoria executiva do Fluminense aceitasse, ou não, sua saída e a conseqüente quebra de contrato... e, como se todos já soubessem, ou tivessem nele a esperança do futuro sucesso, negaram-lhe a saída, permitindo (ou obrigando) que a contra-prestação dos seus serviços continuassem vinculados ao clube carioca. E, “cá pra nóis”, um técnico espetacular como Muricy Ramalho não merecia “pagar mico” na “Seleção” de jogadores da CBF.

Após um início de campanha que pouco prognosticava a conquista do campeonato, a diretoria investiu pesado na contratação de nove jogadores, entre eles Carlinhos, Deco, Washington e Emerson (autor do “gol do título”) e o time engendrou uma invencibilidade de 15 jogos, disparando na disputa com o Corinthians pelo primeiro lugar na tabela, ora oscilando, recuperando a posição à três rodadas do fim do certame.

No domingo, 05 de Dezembro de 2010, mais de duas décadas após a conquista do “Nacional” em 1984, o Fluminense Football Club se sagrou campeão do Campeonato Brasileiro de Futebol, competição dividida em quatro séries, sendo a Série A considerada a “elite” entre os demais.

Celeiro de grandes craques no passado, o time do Fluminense ressurge no cenário nacional, inclusive, com o direito de disputar a cobiçada Taça Libertadores da América no próximo ano, título detido apenas por meia-dúzia de clubes brasileiros.

Nosso campeonato não tem mais os emocionantes “play-offs” mas, um título decidido na última rodada, com três clubes disputando e, cada gol sendo fundamental para quaisquer dos intentos, é adrenalina demais para o torcedor brasileiro: os que torcem à favor e, claro, os que trocem contra!