Copa 2010: Vamos Rir"

Posted: segunda-feira, 28 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Separados no berço

Diego Maradona e Saddam Hussein
 
Inspetor Clouseau e o técnico espanhol Vicente Del Bosque
Dunga e Arnold
Professor Snape (de Harry Potter) e o meia Pirlo
O goleiro argelino Chaouchi e o cantor Belo
A tenista Francesca Schiavone e o meia Camoranesi
O italiano De Rossi e o ator Daniel Craig
O chileno Valdivia e a atriz Daniela Escobar
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O meia alemão Ozil e o ator Peter Lorre
O ator norte-americano Mark Wahlberg e o meia espanhol Xabi Alonso
Charlie Brown e o suíço Senderos
O zagueiro corintiano Chicão e o meia espanhol Xavi
O inglês Joe Cole e o vocalista da banda Green Day, Billie Joe Armstrong
O capacete de Valentino Rossi e o brasileiro Robinho
O italiano Cannavaro e o cantor norte-americano Jack Johnson
O camaronês Rigobert Song e o cantor Billy Ocean
O norte-americano Donovan e o personagem Vegeta, do Dragon Ball Z
O zagueiro John Terry e o ator Kevin Spacey
O ator Jim Caviezel e o goleiro Buffon
Mazzaropi e Américo Faria, supervisor da seleção
O argentino Tevez e uma dona de casa cansada
Chucky e Rooney
O botafoguense Herrera e o português Tiago
Ok, o espanhol Fernando Torres cortou o cabelo para a Copa, mas essa comparação de seu look tradicional com uma alpaca é irressistível

Michael Jackson, R.I.P. (Decanse em Paz)

Posted: sexta-feira, 25 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Quando se completa um ano da partida do Rei do Pop para ninguém sabe onde, reproduzo o texto publicado em 07 de Julho de 2009, em homenagem ao grande ídolo da música mundial:


Agora, sim: O Rei do Pop se foi...

Através de uma cerimônia até certo ponto discreta, foi realizado o chamado “velório” aqui para nós no Brasil, o Tributo, ou Réquiem para os norte-americanos.

Apesar de termos acompanhado um show artístico, o tributo em nada se assemelhou a um mega-evento ou, quiçá, um espetáculo circense como profetizara Elizabeth Taylor, amiga íntima do cantor.

Na verdade, neste momento, todo o mundo se redime, através de choro contido, ou até incontido, reverenciando o Michael Jackson astro, o Michael artista, o Michael “The Guy”, em um tímido sentimento de culpa pela imagem que fora criada para o ídolo, pela imprensa mundial.

Parece que a mídia, agora, que descobriu os bons adjetivos do Rei do Pop!

Nunca foram vistas tantas imagens, nunca se ouviu tanto (relativamente falando) as músicas do cantor desde sua composição no grupo Jackson Five até o mega-estrelato solo em aproximadamente 40 anos de carreira, que tratassem do Michael artista e, não, das polêmicas proporcionais à sua grandeza.

Como dizem os antigos, é preciso que se morra para que sejam externadas as qualidades de um homem.

No mundo globalizado, as notícias passam por um processo de filtragem onde só se publica o que se vende. A imprensa sensacionalista rodeia o mundo das celebridades provendo o consumismo fútil ao redor do globo.

Em 50 anos de vida, Michael Jackson, o “Peter Pan” dos tempos modernos, demonstrava a carência de um homem que teve a infância usurpada: morava em uma propriedade com um castelo que tinha um parque de diversões nos jardins, chamado “Neverland”, a Terra do Nunca.

Nesse ínterim acumulou os maiores ápices como cantor nos anos 80, apostando na carreira solo e, após o lançamento do álbum “Thriller” que vendeu mais de 700 milhões de cópias ainda em vida!

Na primeira semana após sua morte, seus produtos venderam 40% a mais, levando as lojas especializadas a se desfazerem de todo e qualquer estoque de CDs do cantor.
Como já é esperado, Michael Jackson continuará vivo no coração dos fãs, eternizado em suas canções, enquanto jaz no mundo de faz de conta do qual tanto sonhou permear em vida.

Ensaio Hall: CINEMA

Posted: domingo, 20 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Atendendo ao convite do meu velho amigo, o publicitário Helder Britto, da Agência Hall, participei na última sexta-feira (18/06) no auditório da Câmara de Diregentes Lojistas-CG, do I Ensaio Hall, cujo tema discutido foi cinema.

Contando com a participação de diretores, roteiristas e atores do cinema campinense contemporâneo, foi possível discutir a excelente fase pelo qual passa as produções cinematográficas locais, principalmente, pela produção de curtas e documentários.

O curtametragista André da Costa Pinto, premiado em vários festivais de cinema com os curtas “Amanda e Monick” e “Encomenda do Bicho Medonho”, atentou para a inexistência de espaço para escoamento das produções desenvolvidas em nossa cidade. Perdemos, ao longo dos últimos quinze anos as últimas salas de projeção remanescentes - os cinemas Babilônia e Capitólio -, sendo-nos oferecido, atualmente, as salas de exibição “Multiplex” que atendem ao circuito comercial do cinema, com o objetivo de atingir um público mais versado nas grandes produções hollywoodianas.

Campina Grande, a cidade que “[...] tem um ‘q’ de Nova Iorque”, como dissera Gilberto Gil, já deteve sete salas de exibição ao longo da sua História e, hoje, não conta com nenhum outro cinema que não as minúsculas saletas com péssima engenharia de som do Shopping Boulevard.

Há alguns dias, um grupo de ativistas culturais, além de líderes acadêmicos, lançaram a campanha pela revitalização do Cine São José; único prédio existente dentre os antigos cinemas locais, que ainda oferece boa localização e, claro, diante de uma reforma, pode oferecer as condições ideais para atender às necessidades dos produtores, dos acadêmicos, enfim, da sociedade como um todo.

O Ensaio Hall ocorreu para fundamentar o soerguimento da cultura local e fortalecer o ativismo existente. Sua primeira edição, tratando de cinema, expôs-nos ao constrangimento do desconhecimento de grandes talentos locais. Existem, atualmente, curta-metragens produzidos por campinenses e filmados em Campina Grande sendo premiados, inclusive, em festivais de cinema internacional e nós, moradores do cenário principal desses roteiros, desconhecemos estas obras, os seus idealizadores, os seus protagonistas...

Parabéns à Hall Group pela iniciativa!

Matéria Produzida pela TV Itararé - Prog. Diversidade

A Volta dos que não "Forem"

Posted: quarta-feira, 16 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Partindo do pressuposto de que o Projeto Ficha Limpa só valerá para os - bravos e aguerridos - políticos brasileiros que se envolvam em embróglios forenses da data da sua aprovação pra frente, ficamos com a certeza de que esta magnífica seleção de corruptores que ora detém mandatos eletivos estará livre de cerceamento legal previsto.

Ou seja, a canalha corrupta e despreparada que se encontra aprontando nos cenários políticos da Nação são inumputáveis às novas aplicabilidades legais, patrocinando uma espécie de "anistia" aos políticos profissionais que têm seus nomes envolvidos em questões jurídicas - os fichas-sujas!

Foi muita inocência da população brasileira crer que um projeto dessa grandeza seria aprovado tal como os cidadãos sugeriram.

Quem, dentre os "cadeirantes" do Congresso Nacional altamente corporativo, redigiria e aprovaria uma Lei que prejudicaria mais da metade dos integrantes da sua composição, os seus "Nobres Colegas"?

Pois é... o texto original do projeto de Lei sugeria "[...] os que tenham sido condenados". Ao passar pela Câmara, o texto teve seu tempo verbal alterado, propositalmente, para "[...]os que forem condenados", garantindo a inumputabilidade aos Fichas-Sujas do presente.

Os senhores representantes do povo sucumbiram à pressão, inclusive da imprensa, para votarem e aprovarem esta Lei em ano eleitoral e encontraram esta solução inteligentíssima (garanto que não partiu de nenhum dos congressistas), mudando uma letrinha (de "foram" para "forem"), incluindo no entendimento que, apenas os condenados daqui pra frente serão incluidos nas prerrogativas da Lei, isentando os que detém condenações em curso.

Esta espécie de "habbeas-corpus" transforma a dívida moral dos fichas-sujas do Brasil em uma pequena nódoa imperceptível aos olhos da Lei.

A Copa dos Jogos Fracos e das Camisas Justinhas

Posted: segunda-feira, 14 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Depois de ter acompanhado os últimos torneios continentais tomados como parâmetros para o advento da Copa do Mundo seguinte, vi que não havia muito o quê esperar desta Copa do Mundo.

Justamente, é o que estamos acompanhando nos jogos realizados até hoje, nesta primeira rodada da primeira fase do evento.

Jogos exacerbadamente técnicos, sem brilhantismo, sem futebol-arte, sem gols... (à exceção de Alemanha 4, Austrália 1... também!?!?!)

Apesar da ausência, até aqui, de jogadores brilhantes, as seleções européias e a seleção argentina levaram entre seus convocados, pelo menos UM, dentre os 23, como sendo o CRAQUE da equipe. Titular, ou não, impondo respeito e expectativa aos jogos.

Porém, mesmo com a presença desses jogadores ímpares, algo não está despertando nos primeiros jogos desse Mundial... estou começando a acreditar que realmente a bola é a culpada!

Não creditando às reclamações gratuitas e inoportunas dos “pernas-de-pau” do selecionado brasileiro, mas, todos os excelentes cobradores de bolas paradas das demais equipes não acertaram um chute sequer em direção ao gol! Sem falar que nenhum chute “de primeira” obteve a direção desejada pelo autor do lance.

Sei não... eles que são os protagonistas do show, que busquem a adaptação nos próximos jogos e, espero que tenhamos excelentes espetáculos futebolísticos mostrados em sua totalidade pela TV brasileira.

Aliás, que moda foi essa lançada pelas fabricantes de material esportivo das camisas justinhas dos jogadores da Copa 2010? O tal do Gutierrez da Argentina parece um "ogro", ou um jogador de futebol americano. É algo meio "metro-sexual", os caras malhadões com shorts folgados e blusinhas coladinhas estilo "mamãe-quero-ser-gay".

Que negócio esquisito!!!

TV UOL: O Maior São João do Mundo

Posted: quarta-feira, 9 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Matéria postada no Portal UOL, no dia 08.06.2010.

"Turistas e moradores de Campina Grande e região arriscam palpites e teorias para explicar porque o festejo junino paraibano é considerado "O Maior São João do Mundo". Há 27 anos é realizada, no Parque do Povo, uma grande festa em homenagem aos santos católicos Santo Antônio, São João e São Pedro. Em 2010, serão mais de 90 atrações musicais no palco principal, outros 300 grupos de forró pé-de-serra nas ilhas espalhadas pelos 42 mil m² do local, além de 80 camarotes, apresentações de quadrilhas, lojinhas e mais de 250 barracas de comidas e bebidas que devem receber, segundo estimativa da prefeitura, dois milhões de pessoas. Caso a Seleção Brasiliera chegue às finais da Copa na África do Sul, o São João de Campina Grande, programado para acontecer de 4 de junho a 4 julho, irá ganhar uma semana extra de atrações. Leia o especial sobre Festas Juninas no Nordeste em UOL Viagem e veja fotos da noite de abertura do evento em UOL Entretenimento."

O Polemista Diogo Mainardi e a "Seleção" Brasileira

Posted: by Emmanuel do N. Sousa in
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O polemista Diodo Mainardi, jornalista multimídia da Revista Veja e do Conexão Manhattan, está desenvolvendo um trabalho especial para o período da Copa do Mundo junto à Rádio Jovem Pan de São Paulo.

A "vunvunzela humana", como ele mesmo se define, disse que será "...a nossa melhor Seleção de 2009, jogando a Copa de 2010".

Apresentando o ponto de vista que lhe é peculiar, aguçado na ironia, Diodo Mainardi fará (está fazendo) a função de contra-ponto jornalístico às notícias referentes ao Brasil na Copa; diferente da proposta da Rede Globo, que segue "endeusando" o evento e seus protagonistas tupinikins.

Segue, abaixo, o podcast do último comentário de Diogo Mainardi, postado no site da JovemPan, datado de 09/06/2010; IMPERDÍVEL!!!


Todos os podcasts de Diogo Mainardi: http://jovempan.uol.com.br/copadomundo/diogomainardi

Faça do Livro o Seu Melhor Amigo

Posted: terça-feira, 8 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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POSTAGEM ORIGINALMENTE PUBLICADA NO 
BLOG RETALHOS HISTÓRICOS DE CAMPINA GRANDE
(http://cgretalhos.blogspot.com)



A cidade de Campina Grande deteve em seu patrimônio intelectual, desde o ano de 1953, a Livraria Pedrosa – espaço freqüentado pelos grandes “formadores de opinião” locais, instalada na Rua Maciel Pinheiro, mais precisamente no Edifício do Livro, esquina com a Rua Monsenhor Sales, construído sobre a área onde se localizava a antiga Praça Epitácio Pessoa, em frente ao Pavilhão Epitácio (CLIQUE AQUI).

Antes de fundar a Livraria Pedrosa, em 08 de Maio de 1953, José Cavalcanti Pedrosa, pernambucano de Timbaúba, nascido em 02 de Janeiro de 1914, foi funcionário do seu tio, o senhor Yoyô Cavalcanti, na Livraria Moderna, também instalada no antigo “Beco do 31”.

Curiosamente, a Livraria Moderna foi montada por Yoyô Cavalcanti com recursos de um bilhete premiado em sorteio de loteria.

Iniciava-se ali a tradição do provimento da cultura literária e do material didático à população campinense que, como dissera Chico Maria sobre os itens disponíveis da Livraria Pedrosa: “Do crayon, da lousa, do tinteiro, da pena, do mata-borrão, material exigido por D. Ambrosina – diretora do Grupo Escolar Sólon de Lucena, até o último modelo da caneta Parker 51; da Carta do ABC; do caderno de caligrafia; de música; da Crestomacia; até o livro de receita culinária de Dona Benta. Da Teoria da Relatividade; do Livro dos Espíritos; de Branca de Neve e os Sete Anões ao mais novo Tratado de Medicina, Física, Direito e Engenharia.”

Seu Pedrosa empenhou força ao seu comércio relacionando-o ao slogan “Faça do Livro seu Melhor Amigo”, transformando, inclusive, o lema da livraria em um programa da Rádio Borborema apresentado diariamente, às 18:00hs, pelos radialistas Gil Gonçalves e Hilton Motta, onde era exposta a análise feita por ele próprio das novidades recebidas, quaisquer área do conhecimento como literatura, social, jurídica, religiosa ou tecnológica, possibilitando ao ouvinte, ter uma sinopse comentada sobre o livro que estava em destaque nas vitrines de sua livraria.

Da criatividade do comerciante, nasceu o serviço de entrega em domicílio das obras literárias aos seus clientes, de acordo com sua área de atuação profissional. Favorecido pela estreita relação que detinha com as grandes distribuidoras nacionais, os lançamentos aportavam em Campina Grande simultaneamente com o restante do Brasil, proporcionando a capacitação dos intelectuais da região de forma que se desenvolveu uma fidelização da clientela.

Onde um dia funcionou o "Beco do 31 Bar", vizinho à livraria, funcionou a "Fruteira de Cristino", o ponto de encontro dos amantes da literatura no passado, de propriedade de Cristino Pimentel, autor de um dos mais completos livros sobre a nossa História, chamado "Pedaços da História de Campina Grande", editado inclusive na gráfica da Livraria Pedrosa.

Segundo Chico Maria, em seu texto "Do Crayon à Parker 51", foi na fruteira, mais precisamente no salão dos fundos da loja, batizado pelos frequentadores como “Cenáculo”, que em um brinde regado ao  “bate-bate primoroso”, uma especialidade da casa, criada pelo próprio Cristino, composta de aguardente pura e maracujá com açúcar, que nasceu a célebre frase "Faça do Livro Seu Melhor Amigo".

Enquanto funcionou o "Beco do 31 Bar ", havia uma placa afixada em sua parede que dizia: "Varanda da Saudade", haja visto que a Fruteira de Cristino que ali funcionara era o reduto dos grandes encontros literários, local que ficou conhecido como o centro das reuniões da intelectualidade e boemia campinense, onde segundo Honório Pedrosa afirma que "Alí, estavam sempre a espera do Livreiro, os seus diletos e inseparáveis amigos, tais como, o proprietário da casa Cristino Pimentel, Dr. Telha, Omega Sodré, Lopes de Andrade, Cláudio Porto, Hortênsio Ribeiro, Raimundo Asfora, Félix Araújo, Zeferino Lima, Anésio Leão, Antonio Pimentel, Epitácio Soares, Virginuis da Gama e Melo, Dante Cavalcanti, Zezé Buchudo (falecidos), e mais seus irmãos João e Arlindo Pedrosa, William Tejo, Orlando Tejo, enfim, boêmios e intelectuais da melhor cepa da cidade."


As dependências da Livraria Pedrosa foi palco do lançamento de obras de grandes mestres da literatura local, regional e nacional, à exemplo da presença de Jorge Amado lançando seu “Dona Flor e seus Dois Maridos”, que contou inclusive com o patrocínio do banqueiro campinense Newton Vieira Rique na produção do filme de mesmo nome.

José Cavalcanti Pedrosa, o "Seu Pedrosa da Livraria", foi alçado ao andar de cima do convívio terreno no dia 19 de setembro de 1994,  poucos meses após receber homenagem pelo Bloco da Saudade, organizado pela empreendedora cultural Eneida Maracajá, durante a realização da Micarande neste mesmo ano.

Com o encerramento das atividades da Livraria Pedrosa, Campina Grande padece de um espaço para as artes literárias até os dias de hoje. Aliás, não temos mais nenhuma livraria do seu porte, ao passo em que os autores se valem, tão somente, de um conhecido sebo localizado na Rua Getúlio Vargas como única alternativa de escoamento das suas obras em nossa cidade.

Fonte Pesquisada e Fotos:
"Homenagem a José Pedrosa, O Livreiro de Campina", PMCG, Junho de 2003;
Nossos agradecimentos a Honório Cordeiro Pedrosa, filho do "Seu Pedrosa", que gentilmente nos  enviou a Biografia e o livreto produzido pela PMCG.

Seu Pedrosa entre vasto o acervo literário da Livraria

MEMÓRIA FOTOGRÁFICA:

Abaixo, uma foto encontrada no endereço eletrônico "Picasa", mais precisamente na página chamada "Oriana": http://picasaweb.google.com/lh/photo/hbtmxZANx8drAM656p5n-A . Trata-se de um encontro na antiga "Livraria Pedrosa", um dos marcos culturais de Campina Grande. Era lá em frente, que as famosas "Ceguinhas" de Campina Grande ficavam sentadas, na busca do sustento antes da fama. Na foto, podemos observar o tribuno Raymundo Ásfora, apresentando um livro.

Na foto, identificamos João Pedrosa (à esquerda), Raymundo Asfora, o ex-deputado Aloísio Campos, o jornalista Tarcísio Cartaxo e o professor Sebastião Vieira, ex-reitor da UEPB.


A próxima imagem é de nosso acervo, um "marcador de livros" da livraria, que marcou época a todos que compraram livros naquele agradável ambiente.


O Maior São João do Mundo: Programação 2010

Posted: sexta-feira, 4 de junho de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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(CLIQUE NA FIGURA PARA AMPLIAR)

No mês de Junho, Campina Grande se torna a Capital Mundial do Forró, com a realização d' O Maior São João do Mundo, atraindo a população local e os incontáveis turistas de todas as partes do globo ao Parque do Povo, o "headquarter" da folia, com 42.500 metros quadrados de área, oferencendo toda a infra-estrutura de atendimento à quem visita nossa festa.

Tendo a consciência concreta de que este Blog é visitado por internautas de todo o mundo, aqui postamos a programação completa da nossa mais tradicional festa regional, para informação aos turistas que, por ventura, estejam no iminência de participarem do evento, como para conhecimento geral dos visitantes do Blog.