O Ministério Público Vai Esperar Ser Provocado?!?!

Posted: terça-feira, 19 de janeiro de 2010 by Emmanuel do N. Sousa in
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Já está na hora do Ministério Público tomar atitudes rígidas em relação a três problemas sérios que vem acontecendo nos sinais de trânsito das áreas centrais de Campina Grande.

A primeira diz respeito a imensa quantidade de papel despejada dia-após-dia com equipes de panfletagens que insistentemente distribuem publicidades de empresas que acham que emporcalhar a cidade é o melhor marketing para seu negócio.

Quilos e mais quilos de papel são jogados, irresponsavelmente, nas vias públicas por cidadãos mal-educados que recebem o panfleto para satisfazer a insistência do seu entregador. Na maioria das vezes, nem atenta para o conteúdo do informativo para tão somente soltá-lo aos seus pés, contribuindo com a poluição ambiental e a sujeira das vias públicas municipais.


À cada dia o número de panfleteiros aumenta: as agências de publicidade precisam aderir à conscientização da utilização de outros mixes de marketing que não atinem para o poluição ambiental das ruas, bem como a abordagem insistente aos transeuntes e motoristas.

Ainda nos sinais, só que ocorrendo na via destinada ao livre trânsito seguro do pedestre, ou seja, na faixa, encontram-se os praticantes de malabares que, de forma irresponsável, utilizam-se da prática circense para "entreter" os motoristas em seus inacabáveis 40 segundos de sinal vermelho.


Ocorre que esses artistas desempenham suas habilidades utilizando-se de produtos inflamáveis, além de tochas acesas com fogo nas pontas, arremessando-as ao alto e resgatando-as alguns metros para um lado ou para o outro, tomando todo o espaço de tráfego de pedestres como se fora um picadeiro, onde pudesse  utilizar de toda sua extensão para expressar sua arte mambembe.


O terceiro caso é a permanência dos menores nos mesmos semáforos centrais promovendo aborrecimento aos motoristas como "limpadores de vidros" dos veículos que param aos sinais vermelhos.

De forma intransigente aportam como prestadores de um serviço dispensável, insistindo na "cobrança" de uma contribuição por parte dos condutores de veículos, dos quais,  uma minoria persiste na cessão desse quinhão que favorece a permanência desses jovens desditosos nas paradas de semáforos de Campina Grande.


Pelo tempo que vem se mantendo (e se expandindo) essa prática, a Curadoria da Infância e da Juventude tem feito vistas grossas à essa prática. Já passou do tempo de tirar esses menores das ruas e privá-los da situação de risco que é abordar um condutor em pleno rush no trânsito campinense, insistindo em fazer algo desnecessário, ou ainda teimando em fazê-lo!

Houve um tempo, durante os anos 90, em que Campina Grande foi assombrada pelos inimputáveis conhecidos como "trombadinhas". Por muito tempo esse termo causava pesadelos nos cidadãos que transitavam pelo Centro da cidade.

Um único magistrado resolveu desabotoar o colarinho, afrouxar a gravata e ir às ruas, pessoalmente comandando a operação, recolher os menores infratores e prover uma sensação de segurança aos homens e mulheres "livres" da nossa cidade.

Campina Grande está precisando da coragem e da determinação de um Manoel Maria Mendes nos dias de hoje!

2 comentários:

  1. André Ayres says:

    Isso é no Brasil todo! Campina Grande pode impedir que isto piore enquanto for tempo de agir.
    Abraços
    André

  1. J. JUNIOR says:

    A situação é tão chata que muitas vezes perdemos a cabeça e acabamos sendo ignorantes, o que torna-se perigoso. Nas ruas de Campina Grande onde existem semaforos, ja fecho so vidros do carro temendo uma reacao por parte deste "flanelinhas". Mas respondendo sua pergunta meu acro Emmanuel, o Min Publico Apenas de manifestará quando um membro ou parente de membro for vitima de toda esse alvoroço.