Conheçam Ben Self, o Marqueteiro de Obama!

Posted: sexta-feira, 25 de setembro de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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Está explicado porque o Congresso Nacional se empenhou tanto em promover as mudanças quanto a utilização ampla da internet nas campanhas eleitorais, com vistas ao pleito vindoudo de 2010...

Caríssimos leitores, conheçam Ben Self: cidadão americano, 32 anos, especialista em Ciência da Computação e... considerado o mais eficaz marqueteiro para os políticos que sonham alto.

Ben Self trabalhava nos departamentos de tecnologia de companhias do setor bancário e de seguros dos EUA quando, em 2008, ele se uniu à equipe de campanha do então candidato Barack Obama e, simplesmente, revolucionou os padrões tradicionais de campanhas políticas ao fazer da internet a principal ferramenta na promoção do candidato democrata à Casa Branca.

Segundo o Portal Terra, a Blue State Digital, empresa de Self, foi responsável por captar mais de US$ 300 milhões por meios virtuais, correspondendo a 47% do capital total arrecadado para a campanha que elegeu Barack Obama, o primeiro presidente negro da História americana.

Agora, vem a máxima. Claro, falemos de Brasil!

Pesquisas recentes demonstram com clarevidência que José Serra já desponta na preferência do eleitor brasileiro para suceder o presidente Luís Inácio nas eleições de 2010 e constatam, também, um alto índice de rejeição imposto à candidata natural do PT, a ministra Dilma Rousseff.

Pois bem! O desafio de Ben Self é desenvolver uma estratégia aos moldes utilizados na campanha de Obama para que a ministra-chefe da Casa Civil aporte ao Palácio do Planalto.

Ainda segundo o Portal Terra, que conseguiu uma entrevista exclusiva com o próprio Self, que disse "Estamos trabalhando com o partido (PT) a fim de ajudar a fazer planos para a próxima eleição presidencial", o PT nega a contratação da empresa Blue State Digital descartando, inclusive, parcerias futuras.

Depois de todo sucesso alcançado pelo presidente Lula, é improvável que o PT não esteja se articulando para reverter o quadro preferencial do eleitor à Dilma, para manter-se na conduta do Governo Federal Brasileiro.

O Filho do Demo, a Santinha e a Política Brasileira!

Posted: quinta-feira, 24 de setembro de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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Com esse mote que mais parece título de livreto de Literatura de Cordel, o autor Benedito Ruy Barbosa consegue pulverizar a putrefata classe dos políticos brasileiros.

Por detrás da trama que envolve o amor do “Filho do Demo” pela “Santinha” a novela Paraíso, exibida pela Rede Globo no horário das 18:00 traz uma acentuada carga crítica diretamente endereçada aos detentores de cargos eletivos do nosso país.

Utilizando-se de personagens emblemáticos o autor consegue, nesta versão da sua novela alcançar o objetivo que não lhe fora permitido à época da exibição da sua primeira versão, no ano de 1982, quando vivíamos sob a égide da Ditadura Militar, onde o livre pensamento político era suprimido através da censura aos meios de comunicação.

Durante todo o período em que a novela vem sendo exibida é comum a utilização dos personagens-chave “fazedores de opinião” como o radialista Alfredo Modesto ou o jornalista carioca Otavio para empenhar críticas fortes e oportunas à conduta moral dos nossos “homens de paletó”.

Aproveitando a “deixa” da imprensa nacional que volta e meia divulga um escândalo político, Edmara e Edilene Barbosa, filhas do autor e responsáveis pelo roteiro atual, inflam o cotidiano dos incautos moradores de uma pacata cidade do interior mato-grossense com discursos ásperos de desagrado com o rumo que o erário público toma após seu recolhimento aos cofres do Tesouro Nacional.

Um ponto de vista subtendido pelos autores, é que o dinheiro recolhido pelos contribuintes dificilmente retorna à origem na forma de benefícios. Portanto, é a renúncia popular de Receita promovida pelos moradores da cidade, impedindo que o Governo arrecade os impostos devidos, que faz com que a própria população seja beneficiada através de uma cooperativa local.

Uma clara alusão à “apropriação indébita” promovida pelos Governos em suas jurisdições, gerando uma má distribuição dos recursos arrecadados às áreas de maior necessidade, ou quiçá, às fontes originais da Receita.

Empiricamente sabemos o quanto um programa de televisão, principalmente uma novela, influencia na conduta e nos costumes do povo brasileiro. Uma vez que fora lançada a idéia de um “levante” popular aos maus políticos, esse mesmo público telespectador deveria tomar como exemplo a necessidade de se eleger políticos de conduta ilibada e com ficha limpa!

Se bem que, em se tratando de eleitor brasileiro, para a maioria, político só serve para compra de votos, ou troca de favores, no período eleitoral.

"Já Podeis da Pátria, Filhos!"

Posted: domingo, 13 de setembro de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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É evidente que não dispomos de indicativos técnicos que constatem o fato, mas é indiscutível que o Brasil passou “folgado” pela crise financeira internacional que teve sua origem nos EUA e expandiu-se por todo o globo, através de um efeito cascata.

Quando digo que passamos “folgado” pela crise entendamos o fato de quê, em momento algum, termos ouvido falar em recessão na nossa economia. Muito pelo contrário, contamos com uma política de governo que, com visão de futuro, preparou nosso mercado para “receber” o momento crítico com um certo “conforto”.

Confesso que hoje em dia sou um entusiasta do Presidente Lula e da competência demonstrada pela equipe econômica dos Ministérios do Planejamento e da Fazenda.

Somos o 5º maior país do mundo em extensão, conseqüentemente um dos maiores mercados consumidores mundiais. Porém, a soberania do mercado fabril nacional superou, na circunscrição interna, a inconstância do mercado consumidor externo durante os últimos meses.

O consumidor brasileiro foi “brindado” com algumas medidas econômicas que visaram diminuir o impacto que a crise mundial causaria nas grandes indústrias, como por exemplo, as montadoras de veículos.

Uma dessas medidas foi a “renúncia” de Receita promovida pelo Governo Federal no que tange ao IPI aplicado aos veículos automotores e aos eletrodomésticos da chamada “linha branca”. Essa medida alavancou o mercado consumidor interno dessas duas linhas de produção, proporcionando o aquecimento da economia entre as classes A, B e C.

Aliando-se aos fatos anteriores, cito como principal fator para que nossa economia não sucumbisse à crise, os populares “vales” do assistencialismo promovido pelo Governo Lula, como o Bolsa-Família que manteve as economias locais girando, proporcionando a manutenção do consumo e o poder de compra dos classes D e E evitando, assim, que os vendedores varejistas também viessem sentir os efeitos macro da crise mundial.

A verdade é que, doa em quem doer, a equipe econômica do Governo Lula demonstrou total capacidade de antevir aos grandes impactos financeiros, tornando o Brasil uma economia altamente firme, estruturada e visivelmente “invejada” por outras grandes potências mundiais.

Vivemos um período áureo em que nosso País é visto como nunca assim o fora preteritamente com uma economia estável, uma moeda forte, um consumidor responsável, um governante admirado pelo Presidente dos EUA...

Enfim, subtraindo os escândalos políticos de caráter individuais, nosso Brasil nunca foi tão estável no conjunto dos fatores positivos.

Isso sem falar, ainda, no “pré-sal”!

Esse será um assunto para o futuro, até porque, aí está o primeiro passo para nos tornar uma grande potência mundial, definitivamente!

“Já podeis da Pátria, Filhos!”

Espírito Patriota... onde?!?! (Republicação)

Posted: quinta-feira, 3 de setembro de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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Semana da Pátria... como?!?!? Semana do quê?!?!

É notório o espírito de insatisfação do povo brasileiro quanto às suas comemorações cívicas. O patriotismo que deveria exultar no orgulho pessoal não existe mais!

Parece que os brasileiros cansaram de ‘lutar’ por uma causa considerada perdida.

O Brasil, este país abençoado por Deus, donde repousa a maior concentração de água doce do mundo, a maior reserva florestal – a NOSSA Amazônia em toda a sua biodiversidade, um litoral belíssimo banhado por lindas praias em toda a sua extensão territorial e, obviamente, não se pode esquecer de exaltar o próprio brasileiro.

O brasileiro; povo humilde, alegre e acolhedor.

Porém, esse mesmo brasileiro está perdendo o espírito patriota. O civismo é algo em desuso, quiçá brega!

A nossa História, a saga do povo que luta por um país melhor para suas gerações futuras registra as figuras de grandes homens e valorosas mulheres no decurso dos seus 509 anos.

É para isso que estudamos a História. Para valorizarmos e respeitarmos essa empreitada cívica daqueles que sonhavam com uma sociedade melhor, em um país livre e melhor. Eximido das tiranias e das submissões.

A História não deixa esses homens e mulheres morrerem. Porém, o que está morrendo é o orgulho de ser brasileiro!

Este mesmo país de belezas naturais e de grandes fundações humanas é o mesmo país governado por corruptos e habitado por corruptores. Uma minoria absoluta detém o poder e uma maioria esmagadora se debate em fome, miséria e desamparo social.

A política nacional tratou de enterrar os sentimentos dos nossos heróis pretéritos, que buscavam uma nação livre e igualitária.

Somos reféns desses governantes infames. Esses abutres do poder público!

Estamos na Semana da Pátria.

Próxima segunda-feira, dia 7 de Setembro, comemora-se a Independência do Brasil perante a dominação de Portugal. Em todo o país, aglomeram-se pessoas em volta do Pavilhão Nacional para ouvirem as execuções dos hinos cívicos e se perguntarem o que representa aquilo tudo.

Nesses eventos ‘patrióticos’ muitos vêem, alguns entendem, e poucos respeitam.

Em detrimento aos grandes homens e mulheres que compuseram essa ópera cívica denominada Brasil, devemos, pelo menos, um imenso respeito pelos seus intentos ousados e heróicos.

Portanto, AMEMOS e RESPEITEMOS a nossa Pátria. Ela não tem culpa dos filhos que tem!