A Gripe Suína já é Realidade no Brasil

Posted: quinta-feira, 30 de julho de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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O Brasil vive a expectativa e a tensão de uma pandemia mundial, o vírus H1N1, popularmente chamada de “Gripe Suína”.

A gripe “A” já é realidade no país. Até o dia 28 de Julho, 60 pacientes que desenvolveram o vírus foram à óbito por conta das conseqüências promovidas pela gripe. Destes, 29 foram registrados no estado de São Paulo e 21 no Rio Grande do Sul.

Inclusive, um dos casos de morte fora registrado em João Pessoa, no Hospital Lauro Wanderley, um estudante de enfermagem de 31 anos recém chegado da capital federal, acompanhado de cerca de outros 30 universitários participantes de um congresso da UNE.

Até alguns meses, o Brasil contava com pseudo casos e casos esporádicos de brasileiros egressos de países considerados epicentros da, até então, epidemia da nova gripe. Hoje, porém, já contamos com transmissão direta... agora sim, gerou preocupação do Governo Federal.

O Ministério da Saúde insiste nas campanhas de esclarecimento, em uma clara tentativa de evitar um estado de pânico em todo o país. É comum as autoridades “tranqüilizarem” a população quanto às formas de contágio e prevenção (se é que existe prevenção).
Até a comunidade eclesial já participa das campanhas; por determinação da CNBB, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, ritos tradicionais das celebrações católicas, como abraço de paz e orações com mãos dadas, estão sendo evitados a fim de reduzir o contato entre os fiéis e, conseqüentemente a disseminação do vírus.

Dia após dia os casos só aumentam. Ainda não temos motivo para pânico mas, devemos ter sim, a consciência de que estamos expostos a um novo mal de fácil contaminação e de conseqüências graves para o infectado.

Para isso, devemos proceder da maneira que as autoridades governamentais do setor de saúde indicam como sendo a forma mais eficaz de evitar que, em nível nacional, esta epidemia não se torne uma pandemia.

Brasil de Hipócritas: Diretos Humanos, só pra Bandidos

Posted: quarta-feira, 15 de julho de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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Um cidadão inspirado por ações demoníacas une-se à sua companheira e assassina, à sangue frio, um vizinho e toda sua família... Isso mesmo: TODA UMA FAMÍLIA fora surpreendida durante o sono e chacinada na madrugada do último dia 09 no bairro do Rangel, em João Pessoa, capital da Paraíba.

Foram vitimadas, no total, cinco pessoas, sendo que a esposa assassinada encontrava-se grávida de gêmeos!

Uma antipatia entre os vizinhos teria motivado Carlos José e Edleuza Oliveira a cometerem uma das mais atrozes barbáries já noticiadas pela mídia policial do nosso Estado.

Claro que é comum à qualquer cidadão empreendedor de benfazejas revoltar-se com tamanha crueldade e exigir que a Justiça haja o mais rápido possível punindo severamente os praticantes do barbarismo.

Porém, nesses casos de extremo sentimento de revolta e comoção, alguns indivíduos se exaltam e apetecem à aplicação da antiga Lei de Moisés, o “olho por olho e dente por dente”, numa rara alusão ao espírito vingativo perene do ser humano.

Apesar de tamanha atrocidade, o autor da chacina vem sendo motivo de discussões nos meios jornalísticos e policiais, por conta da falsa hipocrisia existente em todos os níveis sociais desse nosso país, pelo fato do mesmo ter sofrido (pasmem) um espancamento por parte dos policiais que o prenderam.

É impressionante como as coisas são díspares no nosso Brasil!

O cara trucidou toda uma família, decepando e dilacerando três crianças, além dos seus pais e vem os hipócritas falar em “Diretos Humanos”!?!?!?!?

Em um país onde não é possível prover o cidadão com a segurança, direito previsto na Constituição Federal, onde somos expostos à esse tipo de insolência por parte de marginais vis cotidianamente, fica até subentendido que só o cidadão tem o dever de cumprir as Leis.

A crescente marginalidade no nosso país, eu atribuo ao tal aclamado ECA-Estatuto da Criança e do Adolescente, de quinze anos completados esta semana, que acoberta os atos criminosos das crianças, tornando-as inimputáveis até os 18 anos, fazenda-os agir livremente na criminalidade até a idade adulta, onde o caminho já não tem mais volta, sendo o mesmo já homem feito e bandido, facínora, estabelecido na vida do crime.

Analisem os gráficos da crescente da criminalidade nos últimos 15 anos e tirem suas próprias conclusões.

Veja vídeo do espancamento no Presídio do Róger: http://www.youtube.com/watch?v=x0MkxRLfmpI

"Ele foi o melhor pai que eu poderia imaginar..."

Posted: segunda-feira, 13 de julho de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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Durante a realização do Réquiem, promovido para o cantor Michael Jackson, em Los Angeles, no último dia 07 de Julho, muito se elogiou a magnitude do evento; sua organização, as atrações, a participação dos fãs...

Dentre os presentes, ninguém se destacou mais pela sua participação, do que a própria filha do astro, Paris Jackson, de 11 anos, que encerrou, literalmente, encerrou o evento onde, em poucas palavras “calou a boca” de qualquer pessoa que ainda tivesse algum sentimento de aversão ao Michael Jackson pai!

A pequena Paris foi quem menos falou, e quem mais disse!

Não haviam mais palavras e serem ditas após o relato expontâneo, sucinto, inocente e emocionante da infanta órfã.

“Eu só queria dizer que, desde que eu nasci, o papai foi o melhor pai que eu poderia imaginar. Só queria dizer que eu te amo tanto."

Somente um filho pode dignificar a memória de um homem, no exercício das suas funções paternas.

Nada mais a declarar!

Atos Secretos e a Imprensa Nacional

Posted: quarta-feira, 1 de julho de 2009 by Emmanuel do N. Sousa in
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Há cerca de 15 dias o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), bradava em alto e bom som que a comunidade política brasileira se encontrava refém dos órgãos de comunicação, uma vez que hoje são seus maiores fiscalizadores.

O pivô do Escândalo dos Atos Secretos tem toda razão em expor sua irritação com a imprensa brasileira. Claro! Se não fosse pela mídia jornalística nós, reles mortais, nunca saberíamos uma vírgula do que é destaque nas casas legislativas, muito menos do que acontece implícito na política nacional.

Somos, sim, dependentes dos arautos jornalísticos.

Na política do “uma mão lava a outra” somos testemunhas de inúmeras denúncias de atos escusos praticados por gestores de órgãos fiscalizadores, aos quais são incumbidos da fiscalização mútua entre órgãos públicos. E, quem seria capaz de desbravar as nuances dessas infâmias? Claro: o chamado Quarto Poder!

Coincidência, ou não, o Supremo Tribunal Federal relegou a profissão jornalística à condição de inferioridade mercantil, uma vez que esta prática pode ser desempenhada, a partir de agora, por qualquer cidadão comum, desprovido de diploma de conclusão do Curso de Comunicação Social.

É a resposta do Estado à impertinência promovida pelo chamado jornalismo investigativo.

Se isso será profícuo para os meios de comunicação, não há como prognosticar! A cultura organizacional de cada empresa do ramo saberá como melhor conduzir sua política de contratações daqui pra frente.

O certo é que a classe dos jornalistas ficou assombrosamente enfraquecida com esse golpe promovido pelo STF, assim como os cursos de Comunicação Social em todo país.

Por outro lado, é a chance de muitos leigos que provêem a comunidade em geral com matérias pertinentes de forma idônea e imparcial obter certos espaços nos meios de comunicação legal.