O PREÇO DA IRRESPONSABILIDADE

Posted: segunda-feira, 17 de dezembro de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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A cidade de Campina Grande amanheceu sob o embate de mais um dilema proporcionado pela incompatibilidade política entre a maioria dos vereadores e o prefeito Veneziano Vital.
Comandados pelo não menos comandado João Crisóstomo Dantas, os vereadores da bancada de situação rejeitaram a proposta orçamentária para o exercício 2008 enviada pela Prefeitura Municipal.
Passado o final de semana, a manhã de segunda-feira foi o momento de abrir a janela e contemplar o horizonte! E esse horizonte não mostra um sol brilhante à brisa morna da primavera serrana. Mas, nem a imprensa campinense noticiou tamanha incompetência em suas implicações demandadas.
“Rejeitada a LOA 2008 pela Câmara Municipal” estampava a manchete matutina nos radio-jornais locais. Mal sabiam eles que daquela ínfima notícia sairia o fio ao qual se ‘eninharia’ um novelo transloucado de implicações onde o maior prejudicado, ao contrário do que a oposição pretendera, será o próprio Município de Campina Grande.
Apurado o fato da rejeição do projeto de lei para o Orçamento do ano vindouro, fica o Município de Campina Grande (e todas suas autarquias e, pasmem, a própria Câmara Municipal) desprovido da sua principal ferramenta técnico-contabil-administrativa voltada para gestão pública! Rejeitada a proposta, fica o município impossibilitado de contabilizar receitas e despesas durante seu exercício, pois também não pode contar com a utilização do orçamento do exercício próximo passado! Também não pode valer-se de Créditos Suplementares; suplementar o quê, se não existem dotações orçamentárias estipuladas?!?
A competência administrativa do gestor público paira à luz do planejamento. O orçamento é o planejamento financeiro do município. Portanto, atam-se as mãos e os pés do executivo municipal. E, com essa atitude irresponsável, também, sela-se a conduta dos vereadores como parlamentares, porque o termo deriva-se de ‘parlar’ que quer dizer ‘falar; discutir’, verbo esse que não faz parte do cotidiano da Câmara Municipal, quando se trata de projetos originados pelo Poder Executivo na figura do Prefeito Veneziano Vital.
Ao Município cabem duas alternativas: ou os vereadores se reúnem, mais uma vez, pra avaliar as conseqüências impensadas dos seus atos e redefinem sua condição de representantes dos anseios do povo campinense, ou a Prefeitura parte para mais um combate jurídico, onde todos os fatos ocorridos concorrem à favor da manutenção da governabilidade e, não, à favor de um grupo de vereadores que têm como única finalidade em seu mandato, o de dificultar a administração municipal, sem medirem conseqüências de atos irresponsáveis, apenas para satisfazer o ‘cacique’ político que os detêm como gado em seu curral eleitoral.

De quem é a Culpa?!?!?

Posted: segunda-feira, 3 de dezembro de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Domingo, 02 de Dezembro de 2007, o Corinthians não conseguiu reagir à pressão imposta pela última rodada do Campeonato Brasileiro e padece empatando em 1 x 1 com o Grêmio de Porto Alegre e, em 2008, não mais integrará a chamada ‘elite’ do futebol nacional.
Esfriada a cabeça dos torcedores, é hora de ‘fechar o balanço’ da situação e entender que o processo que desfechou no descenso do Corinthians é proveniente da má-administração que já perdurava por 14 longos anos. E que, nestes últimos dois anos de gestão, coroou-se essa incompetência com a polêmica parceria do clube com a MSI, empresa de fachada, gerenciada pelo iraniano Kia Jorabichian.
É primaz salientar que foi à partir dessa irresponsabilidade gerencial que o Corinthians tomou o direcionamento para o fracasso no cenário futebolístico nacional.
Através da MSI, o Corinthians teve em seu plantel estrelas do futebol como os argentinos Tevez e Sebá, além dos brasileiros Roger, Nilmar e Ricardinho!
No primeiro ano da parceria, aliado ao escândalo da arbitragem que cancelou jogos no campeonato de 2005, o time foi alçado à condição de Campeão brasileiro e destaca-se a promessa do sucesso para os anos vindouros.
Mas, em 2006, a desconfiança que a imprensa pregava desde o início da parceria se revela como um dos maiores escândalos de corrupção já ocorrido no nosso futebol, no que acarretaria, mais tarde, na decretação do fim da parceria e, muito posteriormente, ‘puxando-se o fio’ do caso MSI, chegam-se às provas do envolvimento dos dirigentes do Clube em casos de corrupção e fraudes que acarreta o afastamento do eterno presidente Alberto Dualib.
Nesse contexto, o time já sofria as conseqüências pela quebra da parceira e a conseqüente debandada dos astros ora contratados pela MSI, que deixara o plantel à mercê de jogadores inexpressíveis e alguns juniores ‘promovidos’ à condição de profissionais, um time de terceira categoria disputando um Campeonato longo e de regularidade em pontos corridos.
Foi à partir daí, do descaso administrativo imposto pela ganância e pelo mal caratismo dos dirigentes que se perpetuavam nos cargos por 14 anos, que o clube que detém a segunda maior torcida do Brasil padeceu na tarde deste último domingo, não só pela incompetência dos seus atletas, mas, pela falta de planejamento administrativo a curto e longo prazo, argumento este que seu arqui-rival São Paulo FC é especialista, mestre, doutor, pós-doutor... (kkkkkkk)
Para mim, este ano só não foi melhor porque o ínclito Treze FC da minha terra não disputou nada além do Campeonato Paraibano e não me trouxe glória neste ano coroado pelo quinto título brasileiro conquistado pelo São Paulo e pelo descenso do Corinthians à 2ª Divisão.
Sinto muito, meu caros sofredores, mas, confronto direto agora, só em 2009 (e olhe lá!!!!!).

Trocou a Viola pela Pistola! (Escárnio à Justiça)

Posted: quarta-feira, 31 de outubro de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Manchete em todos os portais de notícia nesta tarde de 31.10.2007, o ex-governador Ronaldo Cunha Lima, renunciou ao cargo de deputado federal ao qual fora eleito com 124.192 votos dos paraibanos, em 2006.
Conhecido pelo famoso jargão de campanhas passadas “Troque a Pistola pela Viola”, numa alusão escrachada ao ex-governador Wilson Braga, acusado à época do seu mandato de ser o mandante da execução do jornalista Paulo Brandão, o também poeta Ronaldo Cunha Lima viu-se traído pelo destino ao atacar, covardemente, encorajado pelo álcool e pela sua fiel corja de bajuladores, o seu antecessor no cargo o professor Tarcísio de Miranda Burity, enquanto o mesmo almoçava, sentado à mesa no Restaurante Gulliver, em João Pessoa, nossa capital.
À época, o motivo de tal atitude fora atribuído às denúncias promovidas por Burity através duma emissora de rádio local à Cássio Cunha Lima, seu filho, ex-prefeito de Campina Grande, então Superintendente da SUDENE.
Consumado o fato, Ronaldo C. Lima evade-se para Campina Grande, seu ‘curral eleitoral’, onde mais tarde apresenta-se à Polícia Federal para ser liberado momentos depois.
Dessa liberação até o dia de hoje, 13 anos se passaram e o povo paraibano esqueceu o fato. Pois, em momento nenhum, o acontecido foi motivo de reflexão por parte do eleitorado fanático deste pobre estado. Elegendo, e re-elegendo não só Ronaldo, mas todo o clã Cunha Lima que veio a disputar qualquer mandato eletivo.
Às custas dessa perpetuação em cargos eletivos manteve a ‘imunidade diplomática’ como escudo para o caso e, na próxima segunda-feira, finalmente, o STF o julgaria pelo incidente, beneficiado pelo bendito ‘foro privilegiado’.
Em mais uma manobra clássica, típica da família Cunha Lima, Ronaldo renunciou ao mandato de deputado federal nesta tarde, alegando a nobre honra de querer “...ser julgado como cidadão comum, pelo povo da Paraíba!”. Mas, sabe-se claramente, que a jogada visa promover mais uma cartada de mestre, enviando o processo para Justiça Comum, abrindo-se mais um leque de, aproximadamente uns 15 anos de prolongamento do caso.
É provável que este ‘tiro’ da assessoria do ex-deputado saia pela culatra! Basta lembrar que, recentemente, a justiça estadual já promoveu a cassação do mandato do governador Cássio Cunha Lima, provocando um estarrecimento entre os paraibanos ao testemunharem, pela primeira vez, uma decisão judicial que prejudicasse algum integrante do clã Cunha Lima.
Agora, é esperar pra ver!
No pacote da jogada também está a articulação política para as eleições do ano vindouro, onde o grupo não tem nome nenhum que consiga derrotar o atual prefeito Veneziano Vital. A renúncia também servirá para que Ronaldo Cunha Lima seja “...levado pela vontade do povo” à condição de candidato natural à prefeitura municipal, já que (provavelmente) seu processo judicial ainda estará rolando pela malemolência judicial.
Ainda com respeito à culatra, existe o risco iminente da cassação definitiva de Cássio Cunha Lima! E aí? Já imaginaram o pandemônio que se instalará em Campina Grande no ano de 2008?!?
Pois é... E, sem a máquina administrativa nas mãos para financiar as campanhas do grupo, os familiares terão de se desfazer de algumas vaquinhas lá do Goiás e sacrificar o leitinho das crianças!

"Güenta que é Penta!"

Posted: quarta-feira, 17 de outubro de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Já dizia o saudoso jornalista campinense Humberto de Campos: “-Quando leres um texto que começa com a frase “Eu sou de um tempo...”, pode desistir de lê-lo!”
Pois é... Mas, é impossível não comparar nosso presente sem estipular limites pretéritos.
Portanto, EU sou do tempo... (kkkkkkkkkkkkkk)
Sou do tempo do futebol brasileiro. Verdade! Eu vi o futebol brasileiro em ação! Assisti, pela TV ou no nosso popular Estádio Amigão aos mais fantásticos combates futebolísticos da minha geração.
Como era prazeroso assistir aos belos desarmes de Mozer, Ricardo Gomes ou Márcio Santos. E, o que dizer da combatividade de Falcão, Júnior, Dunga, Mauro Silva... Melhor ainda: a categoria de Zico, Raí, Leonardo e, ainda, a objetividade, a raça e a beleza dos gols de Careca, Bebeto, Romário...!
Realmente, minha geração sentiu prazer em assistir jogos de futebol.
Mas, eram jogos mesmo! Não essas ‘disputas de comadres’ que a TV comumente exibe e convida durante todo o dia em chamadas cheias de efeitos especiais e frases entoadas com o maior espírito emotivo.
Além disso, ainda tinha o valoroso espírito de torcedor ao comentar que “...o meu time é a base da Seleção!”. Como, por inúmeras vezes, sagraram-se como base da Escrete Canarinha equipes como Bangu, Botafogo, Flamengo, Palmeiras, Corinthians ou São Paulo.
A Seleção de 1994, para mim, encerrou a participação do futebol brasileiro no cenário esportivo. Foi a pá de cal. E é porque ainda tivemos Bebeto e Romário em franca atuação no melhor das suas fases.
O que se vê atualmente são jogadores muito bem remunerados (desfrutando de benéfices propostas pela mídia das grandes marcas que vê nos atletas a oportunidade de publicidade barata entre os vários meios de comunicação), mas pouco compromissados com o exercício da carreira profissional em função do time que defende e, sim, com o propósito (refletido dos grandes astros da atualidade) de fazerem-se plenamente realizados em termos financeiros e ‘status quo’ junto aos meios de comunicação de massa.
O jogador está cada dia mais determinado a ganhar dinheiro do que desempenhar sua atividade profissional. Foi-se o tempo em que o futebol era uma modalidade marginal do esporte. Hoje, com a globalização e as constantes transferências de jogadores para o exterior, ‘bater bola’ virou uma profissão rentável para os que detém o talento. E, jogar na Europa é o sonho de 10, entre 10, profissionais.
“Defender a Seleção?!?! É... se acontecer e eu não estiver de férias, pode até ser...!”
Esse é o pensamento que presumo ocorrer entre os jogadores brasileiros que defendem os times europeus atualmente.
Antigamente, o caminho era o inverso: destacava-se nos clubes locais, ralava-se muito pra merecer uma convocação pra Seleção, expunha-se internacionalmente, para depois tentar explorar o cenário europeu do futebol profissional.
Hoje, à exemplo do pífio jogador Pato, ex-Inter de Porto Alegre, recém transferido para o Milan da Itália, o atleta com 17 anos já sonha com o cotidiano internacional. Nossos times viraram máquinas de fazer peladeiros.
A Seleção é um acaso!
E, além de tudo, faz tão pouco tempo que nosso selecionado imperou como finalista das últimas Copas que nós mesmos não sentimos tanta falta de um título desse mérito.
Às vezes, acho que seria bom para o esporte local que o Brasil deixasse de figurar em uma edição de Copa do Mundo. Fazer com que a CBF e os chamados ‘medalhões’ da Seleção sentissem vergonha, DE VERDADE, por quatro anos!
Tentar dar uma injeção de ânimo entre os profissionais da bola. Fazer com que se corra atrás de algo. Desde jogadores até os dirigentes da CBF. Buscar a humildade, principalmente. Coisa que não tem existido nesse meio. Tentar ouvir uma crítica por parte da Rede Globo, que também se promove às custas da camisa amarela e seus astros. Acho que jogadores e comissão técnica só assistem sua programação!
Enfim, o meio profissional do futebol nacional precisa buscar se reencontrar com seus propósitos. Como muita coisa nesse nosso país, o futebol virou uma forma de fazer dinheiro de uma forma ou de outra. E, nisto, o brasileiro é craque inato!

Tropa de Elite

Posted: segunda-feira, 24 de setembro de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Sinceramente, o Cinema Nacional se superou!
Depois de amargar a fase das pornochanchadas, passando pelo melodrama de “O Quatrilho” e “Central do Brasil”, a indústria cinematográfica brasileira desponta no mercado dos filmes de ação com o impactante “Tropa de Elite”.
Lançado no Festival de Cinema do Rio de Janeiro, neste final de semana, a película tornou-se um fenômeno de público e vendas antes mesmo de chegar às salas de exibição, com a liberação duma cópia através da internet.
Este filme é um paralelo ao consagrado “Cidade de Deus”; que trata do princípio, do gênese das favelas da cidade do Rio de Janeiro.
“Tropa de Elite” traz pro presente o resultado do mal planejamento urbano nos anos 60 e 70, que consumaram o padrão ‘favelado’ das moradias hoje encontradas nos morros cariocas e seus habitantes.
Aliás, sobre os habitantes, são pessoas de bem, marginalizadas pela nossa sociedade que lutam pela sustentabilidade econômica familiar e pela detenção do direito à vida. Isso, porque a guerra entre polícia e traficantes tem alvo cego. Infelizmente, o ‘acertei no que não vi’ recai sobre os moradores da área, sejam em seus esquivos, ou até mesmo dentro de suas próprias casas.
O passar dos anos mostra que os habitantes das favelas aprenderam a conviver com os traficantes pelo fato dos mesmos serem filhos dos filhos dos seus filhos, etc... Adultos, adolescentes e crianças que sempre prestigiaram do convívio familiar entre vizinhos e que foram crescendo no ambiente criminoso, e se ‘bandeando’ para a forma mais fácil, rápida e perigosa de se conseguir dinheiro, prestígio e poder: o crime, através do tráfico de drogas que impera nos morros do Rio de Janeiro.
O diretor José Padilha conseguiu mostrar os dois lados da moeda com sua produção. Ou melhor, esqueçamos a metáfora da moeda e usemos a do dado. É! O diretor conseguiu mostrar TODOS os lados que estão envolvidos no mundo do crime.
Apesar de discriminarmos os consumidores de drogas, como sendo os principais responsáveis pelo patrocínio ao tráfico, nos deparamos com a figura da Polícia Militar como co-participante DIRETA na manutenção e promoção desse mercado repugnante.
A polícia é mostrada como corrupta e corruptora, ativa e passiva. Tudo partindo do mais alto escalão da corporação. São perseguições internas, roubos, descaso, máfia, formação de quadrilha, intimidação, abuso de autoridade... Enfim, à luz do relato utilizado pelo diretor para compor o roteiro do filme, a polícia merece ser ‘debulhada’ e ‘descascada’. Buscar, caçar e expelir o limo da instituição.
A ação do BOPE cria duas vertentes:
1. somente o grupo especial tático da polícia é confiável e preparada para lidar com os traficantes do morro;
2. a instituição Polícia Militar é a parte despreparada e incompetente, além de conivente com o crime organizado. Não é passível da confiança nem do respeito por parte dos moradores;
Um fato louvável, mostrado no filme, é que a corporação está sempre sendo abastecida de bons homens, de caráter, com personalidade e boas intenções. O que mantém viva a esperança da população em alguma força que lute pelos direitos de ir e vir do cidadão. Estes homens não precisam estar integrados ao BOPE para promover tal valor. Nos quartéis da PM, muitos dos que prezam pela dignidade do serviço público e da carreira militar são engolidos pelo sistema corruptível promovido em toda sua esfera. Os que resistem são reprimidos, mal aproveitados. Os que se corrompem, corrobora com a corrupção internar e detém algum prestígio entre os demais.
Esse tipo de relato, torna-se polêmico por escancarar os bastidores das forças detentoras da obrigação de prover a segurança a população.
Inúmeros oficiais virão às telas da TV mostrarem-se escandalizados com o filme, sentindo-se envergonhados, atingidos, com discursos de perjúrio sobre o cumprimento da lei e da ordem...
Porém, a verdade é a que está lá na ‘telona’.
Infelizmente, no Brasil, onde a justiça, que além de cega se faz de ignorante, espera os órgãos de comunicação como TV Globo e Revista Veja denunciarem OFICIALMENTE os fatos corriqueiros do nosso cotidiano para que seja ‘provocada’ a agir. Mesmo sabendo que o crime habita em seus diversos escalões. À começar da instituição que deveria proporcionar o direito constituição de todo cidadão brasileiro à segurança.
Mais uma vez, salve “Tropa de Elite”; parabéns aos produtores, ao diretor José Padilha e a todos que colaboraram com este relato fidedigno da sociedade carioca, espelho da comunidade brasileira para o mundo.

Espírito Patriota... onde?!?!?!

Posted: terça-feira, 4 de setembro de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Semana da Pátria... como?!?!? Semana do quê?!?!
É notório o espírito de insatisfação do povo brasileiro quanto às suas comemorações cívicas.
O patriotismo que deveria exultar no orgulho pessoal não existe mais!
Parece que os brasileiros cansaram de ‘lutar’ por uma causa considerada perdida.
O Brasil, este país abençoado por Deus, donde repousa a maior concentração de água doce do mundo, a maior reserva florestal – a NOSSA Amazônia em toda a sua biodiversidade, um litoral belíssimo banhado por lindas praias em toda a sua extensão territorial e, obviamente, não se pode esquecer de exaltar o próprio brasileiro.
O brasileiro; povo humilde, alegre e acolhedor.
Porém, esse mesmo brasileiro está perdendo o espírito patriota. O civismo é algo em desuso, quiçá brega!
A saga do povo que luta por um país melhor para suas gerações futuras registra as figuras de grandes homens e valorosas mulheres no decurso dos seus 507 anos.
É para isso que estudamos a História. Para valorizarmos e respeitarmos essa empreitada cívica daqueles que sonhavam com uma sociedade melhor, em um país livre e melhor. Eximido das tiranias e das submissões.
A História não deixa esses homens e mulheres morrerem.
Porém, o que está morrendo é o orgulho de ser brasileiro!
Este mesmo país de belezas naturais e de grandes fundações humanas é o mesmo país governado por corruptos e habitado por corruptores. Uma minoria absoluta detém o poder e uma maioria esmagadora se debate em fome, miséria e desamparo social.
A política nacional tratou de enterrar os sentimentos dos nossos heróis pretéritos, que buscavam uma nação livre e igualitária.
Somos reféns desses governantes infames. Esses abutres do poder público!
Estamos na Semana da Pátria.
Próxima sexta-feira, dia 7 de Setembro, comemora-se a Independência do Brasil perante a dominação de Portugal. Em todo o país, aglomeram-se pessoas em volta do Pavilhão Nacional para ouvirem as execuções dos hinos cívicos e se perguntarem o que representa aquilo tudo.
Nesses eventos ‘patrióticos’ muitos vêem, alguns entendem, e poucos respeitam.
Em detrimento aos grandes homens e mulheres que compuseram essa ópera cívica denominada Brasil, devemos, pelo menos, um imenso respeito pelos seus intentos ousados e heróicos.
Portanto, AMEMOS e RESPEITEMOS a nossa Pátria. Ela não tem culpa dos filhos que tem!

Salve a Promotoria de Uberlândia!

Posted: terça-feira, 21 de agosto de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Taí uma atitude corajosa e desprovida de qualquer falso moralismo ou demagogia!
A promotoria da cidade de Urberlândia, juntamente com os órgãos públicos municipais, vêm desenvolvendo uma conscientização quanto à ‘mendicância profissional’.
Não sabe o que é isso?
Ora, quantos de nós não sabemos, de forma decorada, quem encontraremos na esquina de tal loja, ou no semáforo de tal rua? Quantos anos fazem que encontramos as mesmas pessoas esmolando nos mesmos pontos das ruas, praças e semáforos de Campina Grande?
Justamente, é isso que a promotoria de Uberlândia classificou de ‘Mendicância Profissisonal’, constatando que alguns chegam a receber a quantia de R$ 1.800,00 (Um Mil e Oitocentos Reais) apenas pedindo nas ruas.
Em Campina Grande, um trabalho científico pesquisado pelo Assistente Social José Alves de Sousa, inclusive já divulgado no Jornal da Paraíba, comprova esta mesma tese do vício do pedir por pedir. A maioria dos folclóricos pedintes da Rainha da Borborema já contam, inclusive, com um benefício do INSS no valor de um salário mínimo, principalmente os deficientes.
Em seu trabalho de campo, J. Alves chegou até a recolher várias vezes tais mendigos para os abrigos municipais, como tem feito a promotoria mineira, mas os mesmos teimavam em retornar às ruas à cada relaxamento do poder público. As populares ceguinhas da Livraria Pedrosa, tão famosas no cenário cinematográfico nacional (do documentário “A Pessoa é Para o que Nasce”) também se enquadravam no perfil avaliado e também eram recolhidas quando solicitada as ações do serviço social da Prefeitura de Campina Grande.
É fato relevante, também, a forma discreta com que o Governo Federal colabora com a formação de um tipo disfarçado de mendicância: as famigeradas Bolsas Renda e Bolsa Família.
São contribuições gratuitas do Governo para com as famílias de baixa renda do Brasil, sem exigir nenhum trabalho em troca. Apenas a frequencia dos filhos na escola.
Tomem-se por base as famílias mais pobres do nosso país, que agora têm motivos financeiros para por no mundo mais filhos, desemparados e sem perspectivas futuras, apenas para deterem-se do benefício legal, de fins eleitoreiros, patrocinado com o erário público.
A verdade é que mendicância é uma contravenção penal, punível com pena de 15 dias a 3 meses de reclusão!
Vamos afastar esse vício furtivo do nosso cotidiano.
Quem dá esmola, não dá futuro!

"Ô Povo Maleducado..."

Posted: segunda-feira, 23 de julho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Está certo que o espírito nacionalista tem de prevalecer, o patriotismo (desses que só aparecem em época de competições esportivas), o fervor de torcer pelos nossos atletas tão perto, para imensa maioria, pela primeira vez...
Mas, venhamos e convenhamos, o povo brasileiro está abusando da sua tão famosa má-educação e do seu visível despreparo em respeitar os momentos, as autoridades e os visitantes!
O povo brasileiro, historicamente, convém confundir liberdade com libertinagem, e abusam da chamada ‘liberdade de expressão’ e do direito de ir e vir.
Sediar um evento do porte dos Jogos Pan-Americanos era um sonho antigo dos líderes nacionais. Por quê? Para provar justamente o contrário; que o Brasil é um país viável para o turismo esportivo, e de eventos, além de tentar desmanchar a imagem de país da corrupção, da exploração sexual e do crime. E, com isso, barganhar confiança para conseguir o sonho maior que é sediar uma edição da Copa do Mundo, no nosso caso, a do ano 2014.
Já não bastassem os comentários internacionais de que o brasileiro, em território estrangeiro, é considerado um bagunceiro inato, pois onde se formam turmas de brasileiros, a segurança local já se prepara para agir, como acontece na Disneylândia, por exemplo. Foi preciso um evento da grandeza do Pan-Americano, realizado em ‘terras brasilis’ para comprovar, mais uma vez, que o povo brasileiro é despreparado, mal educado e inconveniente.
Não quero nem me ater aos eventos de menor repercussão. Basta eu citar os mais marcantes, ocorridas na Cerimônia de Abertura, como a vaia ao líder maior da Nação (não interessa, nesse momento, o contexto político, mas, sim, a condição diplomática que ele está exercendo). Ainda no mesmo evento, houve as vaias aos atletas norte-americanos e a desorganização da ‘delegação’ dos atletas brasileiros na sua entrada no desfile oficial.
Ontem, mais uma vez, numa demonstração de total descontrole e despreparo do torcedor, ocorreu uma baderna no ginásio onde uma atleta brasileira disputava uma medalha de ouro no judô, e perdeu numa decisão dos árbitros. Além da confusão gerada nas arquibancadas (diga-se de passagem, no setor VIP!!!) uma chuva de objetos foi atirada ao centro do ginásio, atingindo os árbitros que já se retiravam do ambiente por falta de segurança.
É nessas horas que tenho vergonha do povo brasileiro.
Mas, tem uma ressalva: em eventos dessa grandeza, o público que prevalece nos ginásios são das classes sociais mais altas do Brasil, por conta dos acessos à ingressos, etc, o chamado ‘povão’ não está presente nesses locais, como na Cerimônia de Abertura. Portanto, credenciem-se tais manifestações banais de descontrole à elite brasileira.
Também não é o ‘povão’ que freqüenta a Disney, nem tampouco é o ‘povão’ que é expulso de hotéis em Londres.
Porém, voltando ao assunto, a soma dessas páginas, redigidas num relatório, vai gerar uma péssima imagem do Brasil. E, acarretará, conseqüentemente, uma maior e minuciosa avaliação do comitê que definirá o próximo país sede da Copa de 2014.
Será que o Brasil é capaz de gerar segurança e promover a organização necessária para sediar o maior evento esportivo do mundo? Será o Brasil é capaz de acolher TODOS os visitantes de TODAS as nações que se confraternizam durante uma Copa?
Será que o brasileiro sabe o significado de confraternizar?

ESCOLHAS

Posted: segunda-feira, 9 de julho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Eu acredito que o ser humano veio ao mundo, pra aproveitar a vida, trabalhar, e interagir com pessoas das mais variadas personalidades. Porém, ninguém é obrigado a ser amigo de ninguém, nem a gostar de ninguém, nem a sorrir pra ninguém. Temos sim que respeitar uns aos outros e mais nada. O que vem além disso é de nossa escolha...por isso muitas vezes nos queixamos de nossas amizades, de nossos relacionamentos, mas não fomos nós que escolhemos?
Muitos amigos nos decepcionam por atitudes, palavras ou omissões. Mas será que a gente nunca deixou ninguém triste?
Ai é onde está o problema: esperamos sempre um pouco mais dos nosso amigos, e os nossos amigos sempre esperam um pouco mais de nós. Se pararmos para pensar, não passa de um jogo de cobranças desnecessárias que no fim só traz coisas negativas, frustração, decepção, desprezo...
Sempre preferi respeito, verdade e sinceridade. Acho que são os sentimentos mais nobres do coração humano: A fidelidade é algo complicado, eu gosto de pessoas fieis. Mas será que eu serei fiel a essas pessoas? Ai que está e a sinceridade é o que é, nada mais do que a verdade. Se fossemos sinceros uns com os outros com certeza a gente sofreria menos e viveria mais. Ninguém é dono de ninguém, nem precisa estar preso a ninguém, muito menos se sentir dono da verdade ou personagem ímpar da perfeição.
Quando nos suportamos por um bem maior, tentamos superar as diferenças pessoais e alavancar o projeto comum. Mas, quando essas diferenças são colocadas à frente da missão, tudo começa a desandar.
Na minha opinião, radical, o melhor é evitar desgastes nos relacionamentos. E, pra mim, se evita desgaste, evitando os conflitos. E, tais conflitos seriam, justamente, ser verdadeiro e fiel. Minha verdade é baseada na capacidade de falar e exprimir meus sentimentos. Mas, sempre me arrependo disso.
Queria ser falso: assim evitaria o confronto e as divergências, mantendo as aparências duma amizade saudável e equânime. Mas, é difícil! Infelizmente, ser verdadeiro tem seu preço. A antipatia acirra-se e sua presença torna-se ‘non grata’.
Esse é o perfil do nossa sociedade hipócrita. Que prefere fazer ‘caras e bocas’ a provocar uma intolerância. E, eu sou um pouco diferente dessa sociedade.
Procuro ser humilde, sincero e verdadeiro. Esse meu perfil incomoda.
Infelizmente.

1 Ano de Muita Saudade

Posted: sábado, 30 de junho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Neste domingo, completa-se um ano desde que Deus teve misericórdia de todos nós e levou Tharsila para ser tratada pelos Anjos no Céu, do que na Terra não haveria sucesso...
Sinto, à cada dia, à cada hora, minuto ou segundo, a dor da sua falta e a decepção pelo que ocorrera, mas, fui convencido a agradecer à Deus pela oportunidade de ter sido pai.
Tharsila veio me ensinar muita coisa. Veio me mostrar o outro lado da vida, onde tão cedo precisei ser exposto à tanta coisa que nunca imaginara sentir ou viver.
Infelizmente, não posso mais senti-la em meus braços, ou acalenta-la em meu colo... À cada segundo, qdo pisco meus olhos, sua imagem está perene em meu pensamento. Nunca paro de pensar, ou lembrar dela e dos momentos que vivemos (os bons e os difíceis).
Desde o ano passado que meus sonhos de realização pessoal foram menosprezados por mim mesmo.
Nada mais me contenta.
Preferia não ter, nem conquistar nada, à tê-la conosco (desde que fosse possível em sua saúde plena). Como isso não teria sido possível, indamais agora...
Meu maior desejo, meu sonho de Natal, meu maior presente NUNCA será atendido por Papai Noel.
Quem sabe, um dia (não sabemos como é o do outro lado) possa me encontrar novamente com ela!
Hoje, divido com vcs, meus amigos, a angustia desse dia nebuloso sabendo que todos vcs é, foram e sempre serão, peças fundamentais na minha vida e têm me ajudado em todos os meus dias.
Abraços

Antologia Musical-Eternizada na voz de Luiz Gonzaga

Posted: quarta-feira, 27 de junho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Tropeiros da Borborema
Composição: Raimundo Asfora / Rosil Cavalcante

Estala relho marvado
Recordar hoje é meu tema
Quero é rever os antigos tropeiros da Borborema

São tropas de burros que vêm do sertão
Trazendo seus fardos de pele e algodão
O passo moroso só a fome galopa
Pois tudo atropela os passos da tropa
O duro chicote cortando seus lombos
Os cascos feridos nas pedras aos tompos
A sede e a poeira o sol que desaba
Rolando caminho que nunca se acaba

Estala relho marvado
Recordar hoje é meu tema
Quero é rever os antigos tropeiros da Borborema

Assim caminhavam as tropas cansadas
E os bravos tropeiros buscando pousada
Nos ranchos e aguadas dos tempos de outrora
Saindo mais cedo que a barra da aurora
Riqueza da terra que tanto se expande
E se hoje se chama de Campina Grande
Foi grande por eles que foram os primeiros
Ó tropas de burros, ó velhos tropeiros.

Decepção de Si

Posted: quinta-feira, 21 de junho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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A decepção amargura a alma.
Te põe pra baixo,
desanima,
te faz desconcentrar,
ser infeliz de si mesmo.

Decepcionar-se consigo próprio
é inconfortável.
Faz-te sentir incapaz,
A vontade é de desistir de tudo.

Se fosse possível voltar no tempo...

Esperar o mínimo de si,
Gabar-se da condição de esforço próprio,
Ser traído pela própria incapacidade,
De valer-se da memória, ou da lembrança,
Será castigo, isso acontecer sempre?

Ontem cheguei muito perto!
Seria a excelência.
Meu primeiro – e derradeiro
E primordial 10,0 numa prova.
Manteve-se a escrita do ‘quase’...
Maldita DRE...

Vou pra final,
Cabeça erguida? Que nada!
A sensação é de que eu poderia
Ter evitado. Ter conseguido. Ter passado!
Como faltou pouco!
Maldita DRE...

A decepção ME amargura a alma.
ME põe pra baixo,
desanima,
ME faz desconcentrar,
ser infeliz de MIM mesmo.

Extorsão no Parque do Povo

Posted: sexta-feira, 15 de junho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Nos últimos anos não tenho sido um dos mais regulares freqüentadores do Parque do Povo. Porém, nesse tempo, tenho me constrangido quando preciso estacionar em seus arredores. Os terrenos baldios são preparados para receber os veículos e para explorar a situação. Neste ano, são cobrados R$ 10,00 (dez reais) pela estada.
Certo. O uso do estacionamento provavelmente manterá o carro seguro.
Quem não pode, não quer ou não encontra vagas nos ‘estabelecimentos’, recorrem às vias marginais. E aí que vem o pasmem!!!

RUA
[Do lat. ruga, 'ruga', posteriormente 'sulco', 'caminho'.]
S. f.
1. Via pública para circulação urbana, total ou parcialmente ladeada de casas.

Qual o direito que tem os populares ‘flanelinhas’ de cobrarem pela permanência dos veículos estacionados nas ruas?!?! Com que autoridade esses contraventores lhe condicionam uma senha informando, inclusive, o valor que deve ser pago à eles?!?!
Nem prefeitura, nem polícia, nem Ministério Público tomaram nenhuma atitude quanto à isso desde o início de sua prática.
Todos têm direito à buscar ganhar a vida de forma digna. Mas, extorsão é demais!
Esses marginais devem ser tratados como marginais.
Pra mim, ‘guardador de carros’ em época de São João é uma bando de ladrões, que se aproveitam da necessidade dos motoristas para praticar extorsão.
Com a palavra, o Ministério Público, a Polícia e demais órgãos governamentais.

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:

Posted: segunda-feira, 11 de junho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado.

Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe.

Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão.

Se me elogiarem demais, corrija o exagero.

Se me criticarem demais, defenda-me.

Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam.

Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo.

Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver.

E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase: - "Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus!" - Aí, então, derrame uma lágrima.

Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.

Outros amigos farão isso no meu lugar.

E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu.

Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus.

Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele.

E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele.

Você acredita nessas coisas?

Então ore para que nós vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito.

Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.

Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu...

"Ser seu amigo... já é um pedaço dele..."

Chico Xavier

A FELICIDADE

Posted: segunda-feira, 4 de junho de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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A felicidade é algo que não se compra,
Nem com todo o dinheiro do mundo.
A felicidade é algo que se encontra
Dentro de nós mesmos, bem lá no fundo.
A felicidade não pode ser roubada,
Nem pode ser tomada de outra pessoa.
A felicidade tem que ser buscada;
E temos que fazer isso, numa boa.
A nossa felicidade para ser alcançada,
É preciso que saibamos amar e ser amado
E perdoar os erros da pessoa amada.
A felicidade está em nós e em tudo
Que se faz com a mente desanuviada
Do mal, da inveja e do ódio acima de tudo.
(autor desconhecido)

Um ótimo texto sobre Saudade, para abrir meu Blog

Posted: quinta-feira, 31 de maio de 2007 by Emmanuel do N. Sousa in
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"SAUDADE É O QUE SE DESCONHECE
O QUE PARTE SEM DESPEDIDA,
UMA IMAGEM QUE NÃO FICA ESQUECIDA,
UMA AUSÊNCIA QUE ENTRISTECE.
SAUDADE - FADA SEM ENCANTO E SEM ETERNIDADE...
UMA ILUSÃO QUE SE QUEBRA - UM CORAÇÃO SEM METADE.
SAUDADE - CONTEMPLAR DE UMA ESTRELA
QUE NOS MARCOU DEMAIS
E HOJE SE OFUSCA E SE APAGA, SEM
UM POUQUINHO DE PAZ.
SAUDADE: CARTA QUE NÃO SE ENVIA,
ORGULHO QUE ENLOUQUECE,
DISTÂNCIA DE QUEM SE AMA
E SENDO SAUDADE... PERMANECE."
(Laura Duque)